 |
 |
|
Índice
para outros Setores |
Setor Açúcar e Álcool - Avanços administrativos e gargalos comerciais
19 de abril de 2010 |
|
|
|
|
|
Os
números
da
safra
2009/2010
na
região
Centro-Sul
do
País,
uma
das
maiores
produtoras
–
além
dela,
a
região
Nordeste
é
outra,
mas
com
pouca
capacidade
de
crescimento
-
mostram
um
incremento
de
7,32%
da
moagem
de
cana-de-açúcar
em
relação
à
safra
anterior,
conforme
dados
da
União
da
Indústria
de
Cana-de-Açúcar
(UNICA).
Dos
541,94
milhões
de
toneladas
(t)
de
cana,
42,59%
foram
destinados
à
produção
de
açúcar
e
57,41%
ao
etanol.
Desta
forma,
a
produção
acumulada
de
açúcar
ficou
em
28,64
milhões/t,
um
crescimento
de
7,07%.
No
entanto,
a
safra
passada
foi
atingida
por
um
nível
maior
de
chuvas,
o que
resultou
em
uma
colheita
com
um
nível
menor
de
sacarose,
ou
seja,
uma
produtividade
inferior.
Para
a
safra
2010/11,
que
iniciou
oficialmente
no
mês
de
abril,
a
UNICA
projeta
um
aumento
de
10%
na
moagem
de
cana.
Os
desafios
do
mercado
de
combustíveis
renováveis
A
produção
de
etanol
totalizou
23,69
bilhões
de
litros
-
6,20
bilhões
de
etanol
anidro
(que
se
mistura
na
gasolina)
e
17,49
bilhões
de
etanol
hidratado
(que
se
vende
nos
postos).
De
acordo
com o
produtor
Rodrigo
de
Amorim
Biagi
–
proprietário
da
Bioenergética
Arueira
e
cuja
família
detém
a
propriedade
da
Maubisa
em
Ribeirão
Preto
(SP)
– a
produção
brasileira
é
voltada
para
o
mercado
interno,
especialmente
a de
etanol,
cuja
exportação
foi
de
2,6
bilhões
de
litros
na
safra
passada.
Na
opinião
de
Biagi,
a
produção
de
etanol
deve
crescer
mais
que a
do
açúcar
nos
próximos
anos.
“Até
a
criação
do
Proálcool
só se
fazia
açúcar.
No
final
da
década
de
80, a
safra
já
era
60%
de
álcool.
A
falta
do
combustível
a
partir
de
1986
foi
pressão
da
Petrobras,
com a
justificativa
de
que a
estrutura
da
época
não
daria
conta
do
craqueamento”,
relata
o
produtor,
que
conta
que
os
produtores
não
aceitaram
a
redução
pedida.
Por
isso,
a
própria
estatal
organizou
a
falta
do
combustível.
Apesar
do
episódio,
Biagi
acredita
que a
postura
do
governo
brasileiro
não é
mais
esta,
e
acredita
que
as
novas
usinas
e a
própria
Petrobras
vem
se
adaptando
à
maior
produção
de
diesel,
especialmente
após
as
descobertas
da
camada
pré-sal.
“Percebo
que
há
interesse
também
da
sociedade
de
utilizar
combustíveis
renováveis,
e
isso
pode
até
estimular
os
governos
a
diminuir
a
carga
tributária
para
o
setor.
O
álcool
é
tributado
em
12%
no
estado
de
São
Paulo,
em
linha
com
diesel,
mas o
petróleo
tem
imposto
zerado.
Se
inverter
essa
relação
ou
aproximar
as
duas,
criam-se
mecanismos
para
produzir
mais
esses
outros
combustíveis”,
conjectura.
Para
o
produtor,
o
grande
desafio
de
hoje
é a
questão
comercial,
já
que o
mercado
conta
com
apenas
três
grandes
distribuidoras
– a
BR,
com
35%
de
market
share,
a
Ultrapar
e a
Cosan
(através
da
Shell
e da
Esso)
com
cerca
de
50%.
São
400
usinas
produzindo,
através
de
200
grupos
comerciais
que
distribuem
80%
de
sua
produção
através
dessas
três
empresas.
“Se
pudéssemos
comercializar
diretamente
com
os
postos,
iríamos
ter
um
ambiente
de
maior
concorrência
e,
portanto,
com
preços
mais
competitivos,
o que
também
é um
estímulo
ao
mercado”,
acredita.
Avanços
na
governança
Os
analistas
da
SLW
Corretora
e da
Wintrade
destacam
os
avanços
ocorridos
na
administração
das
companhias
de
capital
aberto.
São
empresas
com
uma
gestão
considerada
boa
pelo
mercado,
mas
se
precisarem
de
dinheiro,
buscam
a
todo
o
custo,
às
vezes
penalizando
o
minoritário,
e
provocando
a
diluição
da
base
de
acionistas.
Recentemente,
isso
vem
mudando.
O
mercado
não
gostava
da
Cosan,
pois
o
majoritário
não
estava
dando
importância
ao
acionista
minoritário.
Ao
longo
de
2009,
a
gestão
melhorou
bastante,
de
acordo
com
os
analistas.
As
últimas
aquisições,
por
exemplo,
não
envolveram
alavancagem
financeira.
A
Açúcar
Guarani,
quando
precisou
de
recursos,
fez
operação
de
subscrição
de
ações
e foi
buscar
recursos
no
exterior.
A São
Maritnho
é
considerada
a
companhia
com
“mais
pé no
chão”,
afirma
o
analista
da
SLW,
Erick
Hood.
|
|
|
|
|
No ano
passado, a
cotação do
açúcar no
mercado
internacional
bateu suas
máximas
históricas,
chegando a
U$ 30
centavos
/libra-peso.
O preço
foi
sustentado
durante o
período de
entressafra,
caindo
50%, após
o início
da safra,
no começo
de 2010,
devido a
uma
realização
de lucros
dos
investidores
com
posição
comprada –
movimento
normal no
período.
De acordo
com o
trader da
Severa
Investimentos,
Alexandre
Mourani, o
que o
mercado
vem
sinalizando
para a
safra
2010/11 é
que o
açúcar
deve ficar
oscilando
entre U$
15 e U$ 20
centavos /
libra-peso,
se o
câmbio se
mantiver
nos
patamares
atuais.
O álcool e
o etanol
devem
seguir a
variação
do
petróleo.
Hoje a
cotação
está a
R$1,20, e
a
perspectiva
é que
fique
nesse
patamar.
Desde o
final do
ano
passado, o
álcool
está
seguindo a
volatilidade
do
petróleo.
“Diante da
demanda
dos carros
fuelflex
(que podem
ser
abastecidos
tanto com
álcool,
como
gasolina),
o álcool
ficou
sendo
negociado
a um preço
de R$1,40
nas usinas
e nos
postos de
gasolina.
para que o
preço
deixasse
de
acompanhar
a subida
do açúcar,
o governo
sinalizou
uma
diminuição
do álcool
na mistura
da
gasolina,”,
explica
Mourani.
|
|
|
|
|
Erick Scott Hood
Analista SLW Corretora
Os resultados
mais recentes
das
companhias do
setor são
relativos ao
que se chama
de terceiro
trimestre de
2010 (3T10).
Praticamente
em todos os
desempenhos,
a
participação
do açúcar
cresceu no
faturamento
líquido. A
Cosan mostrou
incremento
expressivo de
receita 48%,
a receita de
açúcar
cresceu 39% e
a do álcool
caiu 7%. Os
preços médios
de venda
subiram,
respectivamente,
27% e 7% em
um ano. O
volume de
venda de
açúcar
aumentou 9%,
e o do álcool
caiu 13%. Foi
o açúcar que
impulsionou o
bom resultado
da companhia,
assim como os
números da
Esso. O lucro
líquido teve
crescimento
expressivo, e
a margem
Ebitda ficou
praticamente
estável em
12,9%. O
resultado
financeiro
ajudou, pois
o dólar
depreciou, e
a empresa é
endividada na
moeda
estrangeira.
A São
Martinho
expandiu a
receita
líquida em
46%. A
participação
do açúcar foi
de 38%, do
álcool
hidratado de
25% e do
anidro de
6,9%. O preço
médio do
açúcar
vendido pela
companhia
subiu 24%, o
do hidrato,
26%, e o do
anidro 18% em
relação ao
mesmo
trimestre do
ano passado.
A companhia
reverteu
prejuízo do
ano anterior.
A composição
do
faturamento,
o açúcar
cresceu 72% e
o álcool 36%.
A margem
Ebitda
aumentou
quase 10
pontos
percentuais
em doze
meses,
ficando em
37% no 3T10.
Apesar da
queda do
preço do
açúcar
esperado para
este ano, o
cenário não é
de retração,
a demanda
continua
forte. No ano
passado, o
setor passou
por alguns
problemas de
oferta na
Índia. Eles
não foram
totalmente
regularizados,
mas o impacto
negativo
nesta safra
deve ser
menor. E
neste ano, a
mudança de
preço que a
commodity já
teve foi um
ajuste, já
que a cotação
subiu muito o
ano passado.
O álcool,
especialmente,
se ajusta
conforme a
oferta e a
demanda,
mesmo o
governo
interferindo
na quantidade
que vai na
composição da
gasolina. O
açúcar varia
conforme a
demanda do
mercado lá
fora.
Recomendação:COMPRA
para Açúcar
Guarani ON,
Cosan ON e
São Martinho
ON. Para o
final deste
ano, os
potenciais de
valorização
são,
respectivamente,
69,5%, 14,6%
e 28,8%.
|
|
|
José Góes
Analista-chefe Wintrade
Acredito
que o
potencial
do setor
é se
apresentar
como
alternativa
à
energia.
Portanto,
é uma
aposta
estratégica
de longo
prazo. No
entanto,
é
importante
avaliar a
administração
das
empresas
e
considerar
que os
riscos
são
semelhantes
ao do
setor de
agronegócio.
O preço
do açúcar
é outro
driver
importante
para o
investidor
acompanhar.
Neste
ano, não
vejo o
preço do
açúcar
caindo
mais do
que
agora,
especialmente,
devido o
aumento
esperado
para a
cotação
do
petróleo.
Recomendação:
A Cosan é
nossa
preferência,
apesar de
não
recomendarmos
diretamente
sua
compra.
No
entanto,
achamos
uma boa
empresa
para se
ter na
carteira.
Ela vai
ter um
ganho de
sinergia,
devido às
recentes
aquisições.
Além
disso, o
papel
andou
sofrendo
com a
queda nos
preços do
açúcar.
Mas logo
depois do
anúncio
da joint
venture
com a
Shell e
da
mudança
do
controle
de sua
administração,
o papel
voltou a
subir.
Portanto,
nossa
visão é
positiva
para o
setor e
para a
empresa.
No médio
e longo
prazo
pode ser
uma boa
opção.
|
|
|
voltar ao topo |
|
|
|
|
Empresa ► |
Açucar
Guarani |
Cosan
Limited |
Cosan
Alimentos |
São
Martinho |
Usina
Costa
Pinto |
|
Dados▼ |
ACGU3 |
CZLT11 |
CSAN3 |
SMTO3 |
UCOP4 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
NM |
DR3 |
NM |
NM |
- |
|
PL 2008
R$ MM |
1.137,86 |
3.257,48 |
4.220,47
|
1.624,36
|
248,24
|
|
PL 2009
R$ MM |
1.150,65 |
3.376,45 |
4.916,98
|
1.629,17 |
314,54
|
|
LL 2008
R$ MM |
(241,39) |
(1.103,28) |
(433,61) |
(105,02) |
(19,08) |
|
LL 2009
R$ MM |
15,69 |
389,244 |
677,77
|
72,30 |
92,50 |
|
Variacao
LL 2009
(%) |
(106,50) |
(135,28) |
(256,31) |
(168,84) |
(584,86) |
|
ROE
2009(%) |
1,36 |
11,52 |
13,78 |
4,43 |
29,40 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
|
|
|
|
|
Ibovespa |
. |
. |
|
|
|
|
IBRX-50 |
. |
. |
|
|
|
|
IBRX |
√. |
. |
|
|
|
|
IGC |
√. |
√. |
|
√. |
|
|
Itag |
√. |
√. |
|
√. |
|
|
ISE |
. |
.√. |
|
|
|
|
IVBX2 |
. |
.√. |
|
|
|
|
MLCX |
. |
.√. |
|
|
|
|
SMLL |
√. |
. |
|
|
|
|
ICON |
√. |
..√.. |
|
|
|
|
INDX |
. |
...√.. |
|
|
|
|
IEE |
. |
. |
|
√. |
|
|
IMOB |
. |
. |
|
|
|
|
ITEL |
. |
. |
|
|
|
|
IFNC |
. |
. |
|
|
|
|
|
|
|
Informações Relevantes:
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte: Bovespa
|
|
| voltar ao topo |
|
|
| Empresas |
Periodicidade Dividendos/ano |
%Dividendo LL |
Tag Along (On) e (PN) |
Conselheiros Independentes |
|
Açúcar
Guarani |
Anual |
25% |
100% |
Sim |
|
Cosan
Indústria
e
Comércio |
Anual |
25% |
100%
(ON)
(Nada)
PN |
Sim |
|
São
Martinho |
Anual |
25% |
100% |
- |
|
Usina
Costa
Pinto* |
- |
- |
Não |
Não |
|
|
Informações Relevantes:
A Cosan Limited é uma empresa estrangeira, listada através de ADR, e portanto, não segue as mesmas regras das empresas brasileiras listadas na Bovespa. A Cosan Alimentos e a Usina Costa Pinto
pertencem ao Grupo Cosan.
*A Usina Costa Pinto foi adquirida pela Cosan. Uma decisão digicial havia impedido a companhia de pagar dividendo. Uma decisão contrária foi divulgada recentemente, e os
acionistas minoritários receberão o pagmento.
As informações citadas acima são determinadas em estatuto e, no caso dos dois primeiros itesn, podem ser feitos diferentemente na prática.
Definição de Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): O Conselho da organização deve, preferencialmente, ter maioria de conselheiros
independentes. O conselheiro independente se caracteriza por: Não ter qualquer vínculo com a organização, exceto eventual participação de capital; não ser acionista controlador,
membro do grupo de controle, cônjuge ou parente até segundo grau destes, ou ser vinculado a organizações relacionadas ao acionista controlador;não ter sido empregado ou diretor
da organização ou de alguma de suas subsidiárias; não estar fornecendo ou comprando, direta ou indiretamente, serviços ou produtos à organização;não ser funcionário ou diretor de
entidade que esteja oferecendo serviços ou produtos à organização;não ser cônjuge ou parente até segundo grau de algum diretor ou gerente da organização;não receber outra
remuneração da organização além dos honorários de conselheiro (dividendos oriundos de eventual participação no capital estão excluídos desta restrição)No Novo Mercado é obrigatório
que 20% dos conselheiros sejam independentes.
Fonte: site das companhias e Bovespa (Tag Along)
|
|
|
|
Acesse a Agenda de Resultados 1T10 |
|
voltar ao topo |
|
|
Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher
Binkowski
|
|
Todos os direitos
reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em
qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem
autorização escrita do Acionista.com.br |
Atendendo a
instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
Advertência: As informações
econômico financeiras apresentadas no Acionista.com.br são extraídas
de fontes de domínio público, consideradas confiáveis. Entretanto,
estas informações estão sujeitas a imprecisões e erros pelos quais
não nos responsabilizamos.
As opiniões de analistas, assim como os dados e informações de
empresas aqui publicadas são de responsabilidade única de seus
autores e suas fontes.
O objetivo deste portal é suprir o mercado e seus clientes de dados
e informações bem como conteúdos sobre mercado financeiro, acionário
e de empresas. As decisões sobre investimentos são pessoais, não
podendo ser imputado ao acionista.com.br nenhuma responsabilização
por prejuízos que eventualmente investidores ou internautas, venham
a sofrer.
O acionista.com.br procura identificar e divulgar endereços na
Internet voltados ao mercado de informação, visando manter informado
seus usuários mais exigentes com uma seleção criteriosa de endereços
eletrônicos. Essa divulgação é de forma única, e os domínios
divulgados são direcionados a todos os internautas por serem de
domínio público. Contudo, enfatizamos que não oferecemos nenhuma
garantia a sua integralidade e exatidão, não gerando portanto
qualquer feito legal.
|
| |