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Índice
para outros Setores |
Setor
Consumo
-
Varejo, desempenho
crescente
08 de
Novembro de 2010 |
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Os indicadores que medem a atividade varejista brasileira dão
uma pista do desempenho crescente que companhias atuantes em
diferentes segmentos têm entregado. O relatório setorial do
mês de novembro da equipe de análise do Banco do Brasil
(gerenciada pela analista Marianna Waltz) destaca algum
deles e usa estes dados como justificativa para a manutenção
do papel da Natura e a inclusão das Lojas Americanas na sua
carteira recomendada.
A subida das vendas é um destes indicadores. O dado mais
recente é do encerramento do mês de agosto, quando o índice
completou dois bimestres de alta consecutiva. A expansão foi
de 2% frente ao mês anterior. O incremento na massa salarial
e o piso histórico da taxa de desempenho de 6,2% no final do
mês de setembro endossam este cenário. O total de crédito na
economia em relação ao PIB nacional (de 46,7%) também
contribui para reforçar as perspectivas favoráveis para o
quarto trimestre – sazonalmente muito forte para qualquer
empresa do setor. Essa disponibilidade de recursos continua
sendo impulsionada pelo desempenho das carteiras do BNDES,
financiamentos habitacionais e operações para aquisição de
veículos e crédito consignado para pessoa física.
Diante deste cenário, o que preocupa é a contínua subida dos
índices de preço, conforme destaca o relatório do Banco do
Brasil. Os IGPs (Índices Gerais de Preço) seguiram
“salgados”, na definição do banco. Enquanto que o IPCA-15
subiu 0,62% no mês de outubro, dobrando a variação que
apresentou em setembro. A expectativa divulgada no relatório
do Banco Central de 29.10 revela um IGP-DI de 9,89% e um IGP-M
de 10% no fechamento do ano. O IPCA deve ficar em 5,29%.
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Para as
companhias do setor, a bolsa de valores tem sido um mar de rosas.
No ano, os papéis apresentam, de forma geral, valorizações
expressivas, a comparar especialmente com um Ibovespa tímido, que
até dia 28 de outubro estava com 2,5% de ganho. As maiores altas
do mês que se encerrou foram do setor: Lojas Americanas PN, com
17,6%, e Lojas Renner ON, com 15,7% de valorização. A subida dos
papéis é resultado deste cenário favorável ao longo de 2010 e
também de expectativas pelos resultados do terceiro trimestre,
que se comprovaram. Por isso, no curto prazo, é possível que
aconteça alguma realização. Mas nada que tire o brilho que
acompanhou o setor neste ano e deve se fazer presente em 2011. |
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Marcelo Varejão
Analista Corretora Socopa
O consumo interno vem passando por um momento bastante positivo.
As razões são conhecidas e devem continuar dando retorno no médio e
longo prazo. Entre elas, destaca-se a situação macroeconômica
estável, o baixo desemprego, assim como a mudança de patamar real da
renda do brasileiro, possibilitando que houvesse uma ascensão de
novas classes ao mercado de consumo, através de incentivos
governamentais. A continuidade da expansão do crédito, com prazo
mais alongado e juros menores, também favorece este ambiente. Não
acredito que uma possível subida da Selic no início do ano que vem,
assim como a continuidade do aumento dos índices de preço, possa
influenciar no desempenho das empresas do setor.
As nossas preferências são Lojas Renner e Hering, porque ambas vêm
apresentado crescimentos de trimestre a trimestre acima das
expectativas do mercado. E isso deve continuar. Sazonalmente o
quarto trimestre é mais forte, por isso, devemos acompanhar estes
bons resultados. O décimo terceiro e as datas comemorativas vão
injetar mais recursos no mercado. As Lojas Americanas é outra
preferência, pois vem crescendo muito bem na sua parte física. O que
ainda não despontou foram as operações de e-commerce, através da B2W.
Recomendação:
Lojas Americanas, Lojas Renner e Hering, mas estamos revisando
os preços.
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Acompanhe
análise dos resultados do terceiro trimestre de algumas empresas do
setor: |
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Banco do
Brasil
Analista-chefe Marianna Waltz
Analista Mário Bernardes Júnior
Lojas Americanas
Consideramos o resultado da Lojas Americanas muito bom sob o ponto
de vista do crescimento de margens operacionais, como resultado dos
ganhos de eficiência, principalmente pela performance do varejo
físico que está conseguindo superar os impactos desfavoráveis
causados pelo peso da B2W. Além disto, como mencionamos acima, o
resultado da FAI também apresentou melhora, com forte redução de 68%
YoY no prejuízo indicando que o breakeven da operação está bem
próximo. A performance da Lojas Americanas continua sendo
beneficiada pelo cenário macroeconômico positivo ao varejo. Além
disto, a agressiva estratégia de abertura de lojas somada à
estrutura multicanal de vendas deixa a companhia em posição
vantajosa para enfrentar a concorrência no setor.
Acreditamos que para o próximo período a empresa siga a tendência de
crescimento de margens, beneficiada pelo seu mix variado de produtos
e o efeito sazonal do Natal, que este ano deverá apresentar forte
demanda dos consumidores no mercado varejista brasileiro. Portanto,
os pontos a monitorar permanecem, sendo: manter o crescimento de
margens operacionais; e a capacidade da B2W de superar o crescente
acirramento da concorrência no e-commerce e conseguir otimizar seu
patamar de tíquete médio.
Recomendação: O papel está na carteira recomendada do Banco, com
preço em revisão.
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Corretora
Brascan
Analista-chefe – Rodrigo Ferraz
Analista de Varejo – Júlia Monteiro
Informações divulgadas na Carteira Recomendada para novembro/
Data 01.11.2010
Natura
A Natura continuou apresentando resultados consistentes e
levemente acima das nossas expectativas. Julgamos que a empresa é
sólida e deverá permanecer expandindo suas vendas
e diluindo seus custos. Constatamos também que a companhia pretende
continuar sua expansão no mercado internacional, com o incremento
nas vendas, assim como o anúncio de que deverá iniciar a
terceirização da produção na Argentina, neste 4T10, otimizando os
serviços de logística e custos.
O modelo CNO mostra-se eficiente e em linha com nossas premissas, ao
aumentar consistentemente o número de consultoras ativas.
Destacamos, ainda, o maior número de pedidos via internet, reduzindo
a necessidade de funcionários e, assim, impulsionando a diminuição
do percentual das despesas com vendas em relação à receita líquida.
Julgamos que o aumento nos investimentos em propaganda e marketing
deve se manter para os próximos períodos, impulsionado,
principalmente, pelo acirramento da concorrência e consolidação das
unidades internacionais.
Ressaltamos que a diluição das despesas com vendas, mesmo após
extrair o efeito da substituição tributária ocorrida em SP, em
decorrência da expansão da receita, deverá permanecer,
principalmente neste 4T10, que sazonalmente é um período favorável
às vendas, devidos aos eventos festivos de final de ano. Destacamos,
ainda, o risco da implementação do artigo 22 da Medida Provisória
(MP) 497, que incide no setor de cosméticos, entre outros.
Esta impediria as indústrias de adotar planejamento tributário de
PIS e Cofins. Assim sendo, os tributos passam a incidir sobre o
valor agregado, com a inclusão da margem de lucro, e não mais sobre
o preço de custo da produção. Lembramos que, caso a medida não seja
convertida em lei, a mesma poderá incidir na tributação de parte do
4T101, prejudicando os resultados da empresa. Caso a MP se
transforme em lei, apesar dos esforços das empresas dos setores
afetados, prevemos um aumento de 10% a 15% no preço final dos
produtos da Natura.
Recomendação: Introduzimos nosso preço-alvo para dezembro de
2011, de R$ 48,18 ON, para as ações da Natura, sem quaisquer
alterações nas premissas adotadas anteriormente, resultando em um
upside de 1,4% sobre a cotação de fechamento de 20/10/2010. Apesar
do cenário positivo para a companhia, ressaltamos o limitado upside
em comparação ao nosso preço-alvo. Sendo assim, mantivemos nossa
recomendação de UNDERPERFORM (abaixo do mercado) para NATU3.
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Corretora Coinvalores
Analista Sandra Peres
Análises do segmento de vestuário
Informações divulgadas no Relatório de Análise/Data 01.11.2010
Hering
A companhia continua reportando números muito expressivos, com
aumento de dois dígitos
nas vendas de suas quatro marcas. O destaque mais uma vez ficou
para a performance da
marca Hering, que apresentou crescimento em vendas na rede de
lojas e no varejo multimarcas. Nos mercados internacionais e na
Webstore a companhia também apresentou aumento de 87,2% e 118,3%,
respectivamente, se comparado ao 3º trimestre de 2009. No conceito
“mesmas lojas”, o incremento de 33,6% reflete a melhora do “mix”
de vendas.
O cenário macroeconômico positivo e a expertise da companhia em
elevar suas vendas e reduzir os custos e despesas ocasionaram
ganhos neste trimestre. Desta forma, a geração
de caixa, medida pelo conceito EBITDA elevou-se em 49,8%, com
margem EBITDA reportando alta de 2,6 p.p. se comparado ao mesmo
período de 2009. Elevando o otimismo. A companhia segue bastante
otimista em relação às perspectivas do mercado para o último
trimestre, tanto que revisou a meta de expansão da rede Hering
Store para o ano, adicionando 12 lojas ao plano inicial. Agora a
expectativa é finalizar 2010 com 337 lojas Hering e para 2011 a
projeção é de 405 (anteriormente divulgada para 2012).
Já para a rede PUC estima-se finalizar o ano com 78 lojas.
Destacamos que a Cia Hering também aprovou o desdobramento de suas
ações, elevando a liquidez do papel, além de
apresentar estudos indicando maior potencial de expansão da rede
Hering Store (604 lojas). Neste estudo, com base em premissas de
penetração da marca e dados socioeconômicos mais recentes (renda e
distribuição geográfica), a companhia indicou que poderá atingir
604 lojas para os próximos períodos. Além disso, a Cia Hering
continua muito otimista com os futuros desempenhos, mantendo o
crescimento das vendas acima de dois dígitos. Por fim, acreditamos
que suas ações continuarão refletindo o bom momento, tanto
macroeconômico quanto a eficiência de sua administração.
Lojas Renner
O terceiro trimestre caracterizou-se por uma boa performance de
vendas, conseqüente do ambiente favorável de consumo, dado o
elevado nível de confiança do consumidor, menores níveis de
desemprego e aumento do número de vagas formais. Assim, a receita
líquida das Vendas de Mercadorias cresceu 16,8% e o resultado de
Serviços Financeiros subiu “impressionantes” 60,5% se comparado ao
mesmo período do ano anterior. Do lado das vendas de mercadorias,
o que mais contribuiu para o crescimento foi: a boa aceitação da
coleção primavera-verão; ajustes nas quantidades de itens
nacionais versus importados; as melhorias na composição dos
estoques; e melhor planejamento de compras. Já na parte dos
Serviços Financeiros, o bom desempenho decorre das vendas através
da opção de pagamento em 0+8 parcelas com encargos, bem como a
menor inadimplência. Refletindo o comentário acima, o EBITDA
aumentou 42,0%, com margem EBITDA de 18,5% ante 15,2% se comparado
ao mesmo período do ano anterior. O resultado financeiro também
veio positivo apresentando receita de R$ 4,8 milhões ante uma
despesa de R$ 4,2 milhões. Esta alteração basicamente deve-se à
maior disponibilidade de caixa.
Diante do bom momento do setor, mantemos nossa perspectiva
positiva para a empresa, visto alguns indicadores ainda
favoráveis, como a queda do desemprego e inadimplência, o aumento
da renda e o crescimento do crédito. Além disso, a companhia
mantém o foco na abertura de lojas. Para o 4º trimestre serão
abertas 11 lojas. Já para o ano de 2011, o otimismo continua tanto
do lado macroeconômico quanto do lado da empresa, assim a direção
da companhia projeta abrir 30 lojas. Vale comentar que tanto a
margem bruta quanto a margem EBITDA vem apresentando expressivos
aumentos, no entanto, a companhia espera um desempenho
satisfatório das margens em 2011, todavia, num tom mais modesto se
comparado a este exercício. Adicionalmente, observamos que a
empresa continua com uma posição de caixa muito confortável.
Marisa
O cenário macroeconômico favorável, com destaque para a elevação
do poder de compra da classe C aliado ao plano de abertura de
lojas e o controle dos custos, favoreceram o desempenho da
companhia neste trimestre. Novamente o que mais chamou a atenção
foi o crescimento das margens. Neste 3º trimestre, a Marisa
reportou elevação de 3,9 p.p na margem bruta e a margem EBITDA
cresceu 1,2 p.p se comparado ao mesmo período de 2009.
Nos nove meses consolidados de 2010, a Marisa reportou forte
crescimento tanto das receitas do varejo (18,5%) quanto dos
cartões Marisa (3,3%) quando comparamos com o mesmo período do ano
anterior. No conceito mesmas lojas, a receita teve alta de 13,7%
explicada por fortes vendas da coleção inverno nas regiões Sul e
Sudeste e pelo acerto da coleção de primavera, além do aumento do
poder de compra da classe C. Adicionalmente, os cartões Marisa
foram responsáveis por 51,2% do total das vendas. A participação
das vendas parceladas com juros do Cartão Private Label, foi de
18,0%, alta de 0,5 p.p e as contas com cartões Co-Branded foi de
12,6%, aumento de 8,5 p.p quando comparado com o 3º trim/09.
Perspectivas continuam positivas. O bom desempenho demonstra a
expertise da companhia em crescer via expansão do número de lojas,
equalizando seus custos e despesas. O expressivo crescimento das
vendas nas lojas e a forte geração de caixa fizeram com que a
Marisa elevasse o seu plano de expansão, passando de 39 novas
lojas para 53 novas lojas em 2010, ou seja, finalizando o ano com
278 lojas, das quais 206 no conceito Marisa Ampliada, 58 Marisa
Feminina e 14 Marisa Lingerie. Além disso, a empresa espera manter
crescimento de dois dígitos nas vendas no varejo.
Recomendação: COMPRA para as três empresas.Todas estão com
preço-alvo em revisão.
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Empresa ► |
Americanas |
B2W |
Hering |
Marisa |
Natura |
Renner |
|
Dados▼ |
LAME4 |
BTOW3 |
HTGX3 |
AMAR3 |
NATU3 |
LREN3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
- |
NM |
NM |
NM |
NM |
NM |
|
PL 2tr09
R$ MM |
279,11 |
243,04
|
398,43
|
- |
945,87
|
778,80
|
|
PL 2tr10
R$ MM |
526,51 |
262,90 |
398,54 |
769,61
|
1.033,56 |
976,80
|
|
LL 2tr09
R$ MM |
7,90 |
10,12
|
33,48 |
26,36
|
190,09
|
30,60
|
|
LL 2tr10
R$ MM |
45,10 |
2,50
|
22,97
|
41,62 |
191,70 |
57,00
|
|
Variacao
LL
2T10(%) |
470,89 |
(75,30) |
(31,40) |
57,88 |
0,85 |
86,30 |
|
ROE
2T10(%) |
8,56 |
0,95
|
5,76
|
5,40
|
18,54 |
5,83
|
|
Índices
Bovespa▼ |
|
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|
Ibovespa |
..√. |
√. |
|
|
.√. |
√. |
|
IBRX-50 |
..√. |
|
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|
.√. |
√. |
|
IBRX |
|
.√. |
|
|
.√. |
.√. |
|
IGC |
|
..√. |
.√. |
.√. |
.√. |
..√.. |
|
Itag |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
..√. |
|
ISE |
.- |
|
|
|
.√. |
|
|
IVBX2 |
..√. |
.√. |
|
|
.√. |
.√. |
|
MLCX |
..√. |
|
|
|
.√. |
|
|
SMLL |
|
|
|
.√. |
|
.√. |
|
ICON |
.√. |
|
|
. |
.√. |
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INDX |
. |
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|
.√. |
|
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IEE |
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IMOB |
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ITEL |
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IFNC |
. |
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Informações Relevantes:
As demais empresas que são classificas nestes setor foram
excluidas da tabela por não terem divulgado do 3T2010 seus
resultados até o fechamento da matéria.
As empresas do setor de fumo e bebidas não são consideradas nesta
matéria.
NE - Não Existe
Fonte: Resultados Consolidados disponibilizados na BM&FBOVESPA
seguindo a Legislação Societária. |
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Empresas |
Payoyt |
Periodicidade |
Tag
Along
ON PN |
Conselheiros
Independentes |
|
B2W |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Cia Hering |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
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Lojas Americanas* |
25% |
Anual |
100% (PN e ON) |
- |
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Lojas Renner |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Marisa |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
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Natura |
45% |
Anual |
100% |
Sim |
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Informações Relevantes
* As Lojas Americanas é controlada por três sócios que
possuem pouco mais de 50% das ações da B2W. A companhia
pagou dividendos uma vez nos últimos anos. No entanto, em
outros anos, como 2004 e 2005, pagou dividendos três vezes.
Quanto aos Conselheiros Independentes, o site de RI não
especifica se há ou não.
Payout é o percentual pago do lucro líquido em forma
de dividendos e juros sobre capital.
Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): O Conselho da
organização deve, preferencialmente, ter maioria de
conselheiros independentes. O conselheiro independente se
caracteriza por: Não ter qualquer vínculo com a organização,
exceto eventual participação de capital; não ser acionista
controlador, membro do grupo de controle, cônjuge ou parente
até segundo grau destes, ou ser vinculado a organizações
relacionadas ao acionista controlador;não ter sido empregado
ou diretor da organização ou de alguma de suas subsidiárias;
não estar fornecendo ou comprando, direta ou indiretamente,
serviços ou produtos à organização;não ser funcionário ou
diretor de entidade que esteja oferecendo serviços ou
produtos à organização;não ser cônjuge ou parente até
segundo grau de algum diretor ou gerente da organização;não
receber outra remuneração da organização além dos honorários
de conselheiro (dividendos oriundos de eventual participação
no capital estão excluídos desta restrição)No Novo Mercado é
obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.
Para as empresas que não especificamos o direito ou não de
Tag Along para as ações preferenciais, significa que elas
têm somente uma classe de ação, a Ordinária (ON).
As informações citadas acima são determinadas em estatuto e,
no caso dos dois primeiros itens, podem ser feitos
diferentemente na prática.
Fonte: site das companhias e BM&FBovespa (Tag Along)
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Mais
informações:
Agenda de
resultados,
teleconferências
e resultados
já divulgados
3T10. |
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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher
Binkowski
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I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
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