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Índice
para outros Setores |
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Imobiliário:
Retomada
consistente
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04 outubro
de 2010
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O
programa
“Minha
Casa,
Minha
Vida”
é um
marco
para
o
setor.
Nem a
crise
mundial
que
começou
no
mercado
imobiliário
norte-americano
causou
tanto
impacto
quanto
a
criação
de
crédito
para
todas
as
faixas
de
renda,
e
especialmente,
para
famílias
de
renda
inferior
a
três
salários
mínimos.
Os
demais
incentivos
que
vieram
após
o
programa,
que
foi a
primeira
resposta
do
Governo
frente
ao
cenário
de
crise,
como
o
aumento
do
teto
para
empréstimo
pelo
Sistema
Financeiro
de
Habitação
e a
redução
de
impostos
para
materiais
de
construção,
ajudaram
a
consolidar
uma
nova
fase
para
o
mercado
de
construção
civil
no
país.
Esses
fatores
também
orientaram
a
atuação
de
empresas
do
setor
de
todos
os
portes
e,
especialmente,
das
grandes
companhias,
que
há
alguns
anos,
vinham
lançando
um
número
maior
de
empreendimentos,
fortificadas
pelos
recursos
levantados
com a
emissão
de
ações
e
pela
estabilização
da
economia
brasileira.
O que
aconteceu
com o
setor
a
partir
daí
foi a
ampliação
da
atuação
das
empresas
–
grande
parte
construindo
e
incorporando
-, no
atendimento
a
faixas
mais
baixas
de
renda,
umas
em
menor
escala,
outras
dedicadas
exclusivamente
a
esses
novos
consumidores.
Esses
movimentos,
assim
como
o
cenário
mais
apertado
trazido
com a
crise
que
começou
em
2008,
foram
responsáveis
por
mudanças
que
ainda
impactam
o
setor.
Em
termos
de
desempenho,
o
mercado
já
retomou
em
ritmo
satisfatório
os
lançamentos
e a
vendas,
como
demonstram
os
resultados
do
segundo
trimestre
(conforme
os
relatórios
abaixo)
e
devem
ser
reforçados
com a
divulgação
do
desempenho
do
terceiro
trimestre.
No
entanto,
as
margens
conquistadas
pelas
companhias
não
voltaram
totalmente.
Isso
tem
algumas
explicações,
e que
devem
ser
levadas
em
conta
para
entender
o
desempenho
do
setor.
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A
proximidade
da
divulgação
dos
resultados
do
terceiro
trimestre
mexe com
as ações,
especialmente,
das
empresas
do setor
de
construção
civil,
que é
muito
volátil.
De acordo
com o
analista
da Ativa
Corretora,
Armando
Halfeld,
no mês de
setembro,
os papéis
do setor
performaram
bem. O
índice
imobiliário
(IMOB)
praticamente
dobrou em
relação
ao
Ibovespa.
No
entanto,
é um
setor
bastante
volátil.
Por isso,
depois da
divulgação
dos
resultados,
que deve
ocorrer
entre a
segunda
quinzena
de
outubro e
a
primeira
de
novembro,
os papéis
devem
apresentar
uma
realização.
No
entanto,
são
papéis
que tem
uma
tendência
positiva,
especialmente,
pelo
potencial
do setor
e dos
bons
resultados
esperados
daqui
para
frente. |
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Armando
Halfeld
Analista
Ativa
Corretora
A
sazonalidade
do setor é um
dos drivers
de curto
prazo. Os
lançamentos
de imóveis
são mais
fortes no
segundo
semestre.
Além disso,
as vendas e a
oferta de
crédito
continuam
aquecidas. A
Caixa
Econômica
Federal está
batendo
recordes na
sessão
créditos e
pode chegar a
emprestar até
R$ 60 bilhões
para o setor.
No ano
passado, o
banco
emprestou R$
47 bilhões.
Hoje em dia a
maioria das
empresas está
construindo e
vendendo para
todos os
segmentos
econômicos,
assim como
também está
verticalizada,
ou seja, são
construtoras
e
incorporadoras.
A sua grande
maioria usa a
própria
mão-de-obra
para
construir
projetos que
ela mesma
está
incorporando.
E a maior
parte da
receita vem
da
incorporação.
É relevante
observar os
segmentos em
que as
companhias
atuam. Depois
do anúncio do
programa
Minha Casa,
Minha Vida,
claramente
houve um
direcionamento
das empresas
para atender
a demanda de
imóveis de
até R$ 130
mil e de até
R$ 500 mil,
que é o
limite para
empréstimos
com recursos
do Sistema
Financeiro de
Habitação.
É saudável
que as
companhias
tenham
exposição no
segmento de
mais baixa
renda, já que
é o que tem
maior
potencial de
crescimento.
No entanto,
atuando
somente nele,
elas têm
pouca margem
de negociação
de preço com
cliente final
e repasse dos
custos, como
aqueles que
têm com a
contratação
de
mão-de-obra.
Já no
segmento de
alta renda,
algumas
empresas
tiveram
ganhos
maiores de
margens, pela
possibilidade
maior de
repasse dos
custos. Na
teoria,
quanto maior
é a renda do
comprador de
imóveis,
maior é a
margem que
consegue
colocar no
produto
final.
Recomendação:
COMPRA
para
Brookfield
com preço de
R$ 12,11
junho/2011 e
para a Rossi
de R$ 20,06
para o mesmo
período.
COMPRA para a
MRV, mas não
temos preço
calculado. A
justificativa
são os
prêmios de
seus
múltiplos
frente as
outras
empresas. A
recomendação
para a PDG
também é de
COMPRA, com
preço de R$
25,43 também
para
julho/2011.
(Relatórios
publicados
entre 12 e 15
de julho pelo
analista e
informações
atualizadas
por ele para
esta matéria)
PDG
Os resultados
do segundo
trimestre
consolidaram
as operações
da Agre.
Entre os
destaques
estão os
lançamentos,
que atingiram
R$ 1.804
milhões, um
significativo
acréscimo de
60% na
comparação
com o
primeiro
trimestre e
144% em
relação ao
mesmo período
do ano
passado. As
vendas
totalizaram
R$ 1.556
milhões,
volume 15%
maior
comparada ao
montante
vendido no
1T10. Assim,
a Vendas
Sobre Oferta
(VSO) ficaram
em 30%, 1p.p.
abaixo do
1T10.
Na visão da
corretora
este
desempenho é
positivo. Com
a primeira
divulgação de
dados
operacionais
do 2T10, já
consolidados
com Agre,
notamos que a
nova PDG, no
primeiro
semestre,
atingiu cerca
de 41% do
ponto médio
de seu
guidance, que
acreditamos
ser um sinal
positivo para
o alcance da
meta anual.
Adicionalmente,
destacamos
também a
velocidade
que cresceu o
VSO de 30%
(acima dos
25,5% que foi
a média das
grandes
incorporadoras
no 1T10), que
apesar da
queda
marginal no
trimestre,
ainda se
encontra em
patamar
elevado, e,
também, a
diminuição do
preço médio
dos
lançamentos
das unidades
econômicas de
R$ 132
mil/unidade
no 1T10, para
R$ 124 mil no
2T10.
Mantemos
avaliação
positiva
sobre o
investimento
em PDG,
inserida na
Carteira
ATIVA, cujo
múltiplo P/BV
ajustado
(relação
entre o preço
da ação e o
valor
patrimonial
da empresa)
atual da
incorporadora
é de 1,8x,
representando
um prêmio de
4% em relação
à média das
cinco grandes
incorporadoras.
MRV
A MRV
divulgou
nesta
quarta-feira
os resultados
operacionais
referentes ao
2T10. Os
lançamentos
atingiram R$
1.113
milhões,
representando
um acréscimo
de 84% na
comparação
trimestral e
51% anual. As
vendas
totalizaram
R$ 982
milhões,
volume 34%
maior quando
comparado ao
montante
vendido no
1T10 e 15,3%
em doze
meses. Assim,
a Vendas
Sobre Oferta
(VSO) ficaram
em 37%, acima
da VSO
apresentada
no 1T10 de
33%.
A visão da
Ativa é
positiva. A
MRV divulgou
mais uma vez
um robusto
resultado
operacional,
pautado na
demanda
pujante de
produtos para
a baixa
renda. Os
destaques
foram: (i) o
resultado
consolidado
de vendas
contratadas
no semestre,
que já
correspondem
por 43% do
ponto médio
do guidance,
(ii) a alta
VSO do
período,
muito acima
dos 26% da
média das
grandes
incorporadoras
observada no
1T10, apesar
de ser um
trimestre
mais fraco,
(iii)
crescimento
do número de
unidades
médias por
empreendimento
para 254 no
total lançado
no 1S10, ante
172 unidades
médias em
1S09,
favorecendo o
ganho de
escala e (iv)
preço médio
de R$ 98,5
mil por
unidade
lançada no
2T10,
significativamente
abaixo do cap
de R$ 130 mil
por unidade
dentro do
programa
Minha Casa
Minha Vida.
A MRV negocia
com um
múltiplo P/BV
ajustado
(relação
entre o preço
da ação e o
valor
patrimonial
da empresa)
de 2,1x,
representando
um prêmio de
19% em
relação à
média das
cinco grandes
incorporadoras,
e com 1,7x de
P/NAV (é o
preço da ação
em relação ao
valor de
liquidação da
empresa), o
que se
justifica por
sua expertise
e maior
exposição ao
segmento de
baixa renda
em relação às
demais
empresas, com
83% do seu
landbank
(banco de
terrenos) de
R$ 11,3
bilhões com
produtos para
este
segmento,
cujo
potencial de
crescimento é
elevado.
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Ricardo
Tadeu
Martins
Analista-chefe
da
Planner
Corretora
Em 2008
o setor
vinha
muito
bem. No
quarto
trimestre,
os
papéis
e as
vendas
já
refletiram
o
cenário
de
crise.
As
companhias
reduziram
bastante
os
lançamentos,
algumas
chegando
a zero.
Em
bolsa,
o
investidor
estrangeiro
também
saiu
fortemente
destes
papéis.
O
primeiro
trimestre
de 2009
foi o
fundo
do
poço.
Logo
depois,
o
Governo
Federal
anunciou
o
programa
Minha
Casa,
Minha
Vida e
outros
subsídios
para o
setor.
Mesmo
assim,
os
lançamentos
foram
retomados
de
forma
tímida.
No
segundo
semestre
do ano
passado,
o ritmo
dos
lançamentos
e das
vendas
ainda
foi
devagar,
porque
as
empresas
estavam
com
muitos
estoques.
A
partir
do
início
deste
ano é
que a
curva
de
crescimento
do
setor
pode
ser
considerada
consistente.
As
metas
de
lançamento
das
empresas
para
2010
estão
mais
otimistas
em
todos
os
segmentos
de
imóveis.
Boa
parte
delas
também
conseguiu
lançar
parte
considerável
do que
pretendia
no ano.
O valor
total
de
lançamentos
do
setor
deve
vir
superior
a 2008,
que foi
de R$32
bilhões,
e
também
acima
de
2009,
que foi
de R$
28
bilhões.
Neste
ano,
elas
também
estão
conseguindo
repassar
boa
parte
dos
custos
para os
seus
preços,
mesmo
diante
do
aumento
dos
preços
no
setor,
devido
especialmente
ao
incremento
no
preço
do aço
e da
mão-de-obra.
Um bom
exemplo
é a
MRV,
que é
100%
focada
no
mercado
de
baixa
renda,
que não
permite
muitas
manobras,
já que
o preço
do
imóvel
é mais
baixo,
mas é
uma das
empresas
que
mais
consegue
manter
as
margens
elevadas.
Para
2011, o
mercado
está
aguardando
que as
empresas
venham
com
caixa
líquido
positivo.
O setor
se
endividou
na
crise,
e
precisaram
vir a
mercado
para se
capitalizar
(muitas
delas
fizeram
novas
emissões
de
ações
ou de
debêntures).
Como o
ritmo
de
lançamento
do
setor
continua
crescendo,
a
expectativa
é que
as
empresas
recuperem
seu
caixa.
Por
conta
disso,
elas
também
acumularam
recebíveis
da
venda
parcelada
de
imóveis,
e eles
devem
entrar
nos
seus
caixas
ao
longo
de
2011.
Recomendação:
VENDA
para
Gafisa,
com
preço-alvo
de R$
14,53.
Quanto
aos
múltiplos
da
companhia,
estes
permanecem
ainda
elevados
para
2010.
Acreditamos
que
após a
forte
valorização
das
ações
no
início
do
segundo
semestre,
haverá
uma
acomodação
dos
preços.
COMPRA
para
Eztec.
Apesar
de ser
uma
small
cap, a
empresa
tem uma
das
melhores
margens
do
setor.
Ela é
uma das
companhias
que
manteve
seu
caixa
liquido
positivo
mesmo
na
crise.
Gafisa
(Informações
publicadas
em
relatório
no dia
05 de
agosto,
mas
reafirmadas
pelo
analista
antes
da
publicação
desta
matéria)
A
Gafisa
registrou
bom
desempenho
de
resultados
no 2T10
ficando
dentro
de
nossa
expectativa,
que
considera
não só
a
retomada
do
volume
de
lançamentos
e
vendas
mas
também
a
maturação
de
projetos
lançados
em anos
anteriores.
A
empresa
atingiu
38% da
meta de
lançamentos
para o
ano,
com
expectativa
de
manter
boa
velocidade
de
vendas
e
aumento
do foco
no
segmento
da
baixa
renda,
através
da
Tenda.
Do lado
financeiro,
a
capitalização
realizada
no
começo
deste
ano
deverá
sustentar
o
programa
de
lançamentos
futuros.
No
2T10, o
valor
de
lançamentos
consolidados
(Gafisa,
Tenda e
Alphaville)
somou
R$ 1,0
bilhão,
aumento
de
61,0%
sobre o
2T09.
No
acumulado
do
semestre
os
lançamento
atingiram
R$ 1,7
bilhão,
um
crescimento
de
117.6%
sobre o
mesmo
período
de
2009, o
equivalente
a 38%
da meta
de R$
4,5
bilhões
prevista
para o
ano.
Vale
lembrar
que os
percentuais
expressivos
de
crescimento
no
valor
de
lançamentos,
tem
como
base o
fraco
desempenho
de
lançamentos
no
1T09,
quando
os
efeitos
da
crise
global
se
mostraram
mais
pesados.
A parte
da
Gafisa
representou
46,7%
dos
lançamentos
totais
no
1S10,
atingindo
R$
799,9
milhões
(70,9%
no
Estado
de São
Paulo),
e 22,8%
em
unidades.
Em
termos
de
unidades
lançadas
do
total
consolidado,
de
8.281
unidades,
22,8%
foram
parte
Gafisa.
O maior
crescimento
em
lançamentos
foi
registrado
na
Alphaville
(+175,9%)
enquanto
que no
período
de 6
meses o
destaque
ficou
com a
Tenda
que
aumentou
de
24,4%
para
34,2%
sua
participação
sobre o
total
de
lançamentos
consolidado.
Este
comportamento
reflete
a maior
concentração
de
negócios
no
segmento
de
baixa
renda,
no qual
a
empresa
vem
aumentando
significativamente
seus
negócios.
A média
de
preços
de
venda
da
Tenda
ficou
em R$
109 mil
no
1S10.
As
vendas
contratadas
somaram
R$
889,8
milhões
com
crescimento
de 6,5%
sobre o
2T09. O
segmento
da
Gafisa
foi
responsável
por 51%
do
total
de
vendas
contratadas,
ficando
o
restante
para
Alphaville
com 14%
e Tenda
com
34%. O
maior
crescimento
de
vendas
vem
sendo
observado
na
Tenda
refletindo
a maior
concentração
de
lançamentos
segmento
de
baixa
renda e
a forte
demanda
do
programa
MCMV.
Velocidade
de
Vendas
(Vendas
sobre a
Oferta)
– No
2T10 a
velocidade
de
vendas
da
Gafisa
foi de
24,6%,
ligeiramente
inferior
ao 1T10
(25,1%).
A
empresa
acredita
que a
VSO
permanecerá
em
torno
de 25%
e que
conseguirá
manter
as
margens
atuais.
A forte
demanda
no
setor
tem
permitido
as
construtoras
repassar
os
custos
aos
preços
dos
imóveis.
Vale
lembrar
que
esta
compensação
somente
durará
enquanto
a
demanda
por
imóveis
permanecer
fortemente
aquecida
no
país.
Outro
aspecto
importante
é que o
setor
de
construção
civil é
um dos,
senão o
primeiro,
a
sentir
os
efeitos
em
situação
de
desaceleração
no
ritmo
da
economia.
Atrasos
de
obras –
De
acordo
com a
administração
da
empresa,
os
cronogramas
de
obras
em São
Paulo
estão
dentro
do
previsto,
mas nas
regiões
Norte e
Nordeste
existem
atrasos.
A
principal
razão é
a falta
de
materiais
e de
mão de
obra
especializada
nestas
regiões.
Outro
aspecto
importante
é que
não se
consegue
replicar
nestas
regiões
os
projetos
feitos
em São
Paulo.
A
empresa
acredita
que
conseguirá
normalizar
estes
atrasos
nos
próximos
trimestres.
Perspectivas
- A
empresa
permanece
otimista
quanto
ao
segundo
semestre
deste
ano,
visando
aumentar
o
número
de
lançamentos
e de
vendas
contratadas.
A
companhia
visa
aumentar
a
participação
de
lançamentos
no
segmento
econômico
através
da
Tenda
de 34%
no 1S10
para
cerca
de 50%
nos
próximos
anos. A
aposta
na
Tenda
reflete
a
expectativa
da
sustentação
de uma
demanda
forte,
neste
segmento,
nos
próximos
anos e
os
avanços
no
processo
construtivo
e nos
controles
dos
processos
gerais
através
do
sistema
SAP. No
que se
refere
ao
processo
construtivo
destaca-se
o
inicio
da
utilização
de
moldes
de
alumínio
na
construção
das
casas.
Ainda
em
pequena
escala
(usado
em
apenas
6
projetos)
a
empresa
pretende
aumentar
para 15
projetos
com
este
método.
Com
isso,
segundo
a
administração
da
Gafisa,
a
redução
no
prazo
de
construção
da
Tenda
pode
ser
reduzido
em até
1/3 e
no caso
da
Gafisa,
ainda
em
teste,
o prazo
diminuiria
em 6
meses.
O
impacto
positivo
destes
benefícios,
embora
já
contabilizados
pela
empresa,
ainda
devem
ser
mais
bem
avaliados
nos
próximos
trimestres. |
|
|
Henrique
Koch
Analista
Banco
do
Brasil
Rossi
(Informações
publicadas
em
relatório
no dia
13 de
agosto
e
reafirmadas
pelo
analista
antes
da
publicação
desta
matéria)
Os
números
apresentados
pela
Rossi
no
segundo
trimestre
mais
uma vez
superaram
nossas
expectativas.
Com
lançamentos
totalizando
cerca
de 40%
do
guidance
divulgado
para
2010
(pelo
menos
R$ 3,1
milhões)
e novo
recorde
de
vendas,
o bom
desempenho
da
companhia
vem a
reforçar
o
momento
excepcional
pelo
qual o
mercado
imobiliário
vem
passando.
Os
principais
destaques
foram:
(i)
lançamentos
de R$
757
milhões
no
trimestre,
sendo
50%
direcionados
ao
segmento
econômico
(19 dos
28
empreendimentos
lançados),
(ii)
nova
evolução
na
velocidade
de
vendas
(VSO),
que
atingiu
26%
(25% no
1T10 e
23% no
4T09),
(iii)
lucro
líquido
114%
superior
ao
observado
no
2T09.
A Rossi
entregou
7
empreendimentos
no
2T10,
que
representaram
VGV de
R$ 269
milhões.
A parte
da
empresa
no
banco
de
terrenos
atingiu
R$ 18,4
bilhões
no
trimestre,
tendo
79%
sido
adquirido
através
de
permuta.
Cerca
de 83%
estão
dentro
da
faixa
do
Sistema
Financeiro
de
Habitação
(até R$
500
milhões).
As
vendas
contratadas
cresceram
76% em
relação
ao 2T09
e
totalizaram
R$ 711
milhões,
sendo
que o
segmento
econômico
foi
responsável
por
quase a
metade.
A Rossi
Vendas
contratou
R$ 374
milhões
no
trimestre,
41,3%
das
vendas
totais.
A
receita
líquida
apresentou
evolução
de 76%
frente
ao 2T09
e 32%
se
comparada
ao
trimestre
anterior.
As
despesas
administrativas
totalizaram
R$ 41,8
milhões
no 2T10
e
representaram
6,4% da
receita
líquida
(+0,1
p.p. em
relação
ao
1T09).
As
despesas
comerciais,
por sua
vez,
foram
de R$
45,7
milhões
e
tiveram
redução
de 0,1
p.p. na
relação
com a
receita
no
mesmo
período
(7,0%).
O bom
desempenho
operacional,
combinado
ao
controle
de
custos,
contribuiu
para
que
todas
as
margens
apresentassem
significativa
evolução,
com
destaque
para as
margens
bruta e
líquida,
que
atingiram
33,9% e
16,8%,
patamares
que a
companhia
julga
sustentáveis,
considerando
o grau
de
desenvolvimento
e
diversificação
atingido.
A Rossi
vem
conseguindo
aproveitar
o
desenvolvimento
do
mercado
imobiliário
para
crescer
e
expandir
suas
atividades
para
outras
regiões
geográficas,
especialmente
através
de
parcerias.
Além
disso,
continua
sua
expansão
no
segmento
econômico,
com a
criação
de mais
uma
linha
de
produtos
específicos.
Sua
estratégia
tem se
mostrado
acertada,
como
confirmam
os
números
do
2T10.
Acreditamos
que os
próximos
resultados
devem
manter
as
margens
operacionais.
Recomendação:
COMPRA
com
preço-potencial
para
junho/2011de
R$
19,70.
Tecnisa
(Informações
publicadas
em
relatório
no dia
13 de
agosto
e
reafirmadas
pelo
analista
antes
da
publicação
desta
matéria)
O 2T10
foi
marcado
pela
consolidação
da
linha
Tecnisa
Flex,
que tem
contribuído
com a
redução
do
preço
médio
dos
empreendimentos
lançados
pela
companhia,
dentro
de sua
estratégia
de
diversificação
de
portfólio,
usualmente
focado
na
população
de
renda
mais
alta. O
VGV
lançado
no
trimestre
foi de
R$
252,7
milhões,
crescimento
de 45%
frente
ao 1T10
e bem
acima
dos R$
90,3
milhões
observados
no
2T09.
Ainda
assim,
o total
do
primeiro
semestre
(R$
427,0
milhões)
representa
um bom
desafio
à
empresa,
que
pretende
lançar
R$ 2
bilhões
em
2010.
As
vendas
contratadas
no 2T10
atingiram
R$
220,8
milhões,
recuo
de 26%
em
relação
ao
2T09,
porém
41%
superiores
ao
verificado
no
trimestre
anterior.
A
melhora
em
relação
ao 1T10
também
pode
ser
observada
na
velocidade
de
vendas
(VSO)
registrada
no
período,
que foi
de
16,2%,
frente
aos
12,7%
do
trimestre
anterior.
A
receita
líquida
foi de
R$
250,5
milhões,
incremento
de 30%
frente
ao 2T09
e 26%
acima
do
1T10.
As
margens
apresentaram
alguma
redução,
após um
primeiro
trimestre
caracterizado
por
menor
representatividade
das
despesas
operacionais
em
relação
à
receita
e ao
maior
volume
de
receitas
financeiras.
No
2T10,
entretanto,
um
significativo
incremento
nas
despesas
com
juros
contribuiu
com a
redução
da
margem
líquida
em 4
p.p.
Ainda
assim,
ressaltamos
que a
rentabilidade
da
companhia
continua
em
patamares
confortáveis.
O nível
de
despesas
operacionais
melhorou.
As
despesas
gerais
e
administrativas
totalizaram
R$ 21,9
milhões
no
2T10,
representando
8,8% da
ROL
(11,2%
no 2T09
e 8,7%
no
1T10).
As
comerciais,
por sua
vez,
representaram
5,2% da
receita
líquida
(7,7%
no 2T09
e 4,8%
no
1T10).
Reiteramos
nossa
opinião
de que
a
estratégia
de
diversificação
de
portfólio
para
atender
os
segmentos
médio
alto e
médio
baixo
tem
sido
acertada.
A
Tecnisa
lançou
apenas
três
empreendimentos
no
2T10,
volume
ainda
baixo
frente
aos
planos
da
companhia
de
chegar
em R$ 2
bilhões
em
2010.
Acreditamos
que com
o
desenvolvimento
de
novos
projetos,
para os
quais
tem
adquirido
terrenos
nos
últimos
trimestres,
a
empresa
deva
ter
suas
vendas
fortalecidas.
Com boa
rentabilidade
histórica,
o
desafio
será
manter
o nível
das
margens
que vem
apresentando
nos
últimos
trimestres.
Recomendação:
COMPRA
com
preço-potencial
em
junho/2011
de R$
12,90.
|
|
|
|
|
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|
|
|
|
Empresa ► |
Br
Properties |
Brasil
Brokers |
Brookfield
Incorp |
Camargo
Correa |
Const.
Adolfo.
L, |
CR2 |
Cyrela
Realty |
Direcional |
|
Dados▼ |
BRPR3 |
BBRK3 |
BISA3 |
CCIM3 |
CALI4 |
CRD3 |
CYRE3 |
DIRRE3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
NM |
NM |
NM |
NM |
- |
NM |
NM |
NM |
|
PL 2tr09
R$ MM |
700,40 |
368,06 |
1.809,54 |
648,46 |
(38,06) |
376,53 |
2.425,32 |
349,82 |
|
PL 2tr10
R$ MM |
1.682,78 |
409,96 |
2.605,12 |
766,00 |
(32,20) |
395,18 |
4.201,74
|
735,34 |
|
LL 2tr09
R$ MM |
10,54 |
2,94 |
80,08 |
7,55 |
(0,15) |
3,55 |
157,07 |
16,76 |
|
LL 2tr10
R$ MM |
19,31 |
11,89 |
132,60 |
25,02 |
(3,66) |
7,43 |
167,45 |
38,81 |
|
Variacao
LL
2T10(%) |
83,21
|
304,46 |
65,58 |
231,32 |
2.337,33 |
109,29 |
6,61 |
131,66 |
|
ROE
2T10(%) |
1,14 |
2,90 |
5,08 |
3,26 |
NE |
1,88 |
3,98 |
5,27 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Ibovespa |
|
|
|
|
|
|
.√. |
|
|
IBRX-50 |
|
|
|
|
|
|
.√. |
|
|
IBRX |
|
|
.√. |
|
|
|
.√. |
|
|
IGC |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
.√. |
.√. |
|
Itag |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
.√. |
.√. |
|
ISE |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
IVBX2 |
|
|
|
|
|
|
.√. |
|
|
MLCX |
|
|
|
|
|
|
.√. |
|
|
SMLL |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
|
|
|
|
ICON |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
INDX |
|
|
.√. |
.√. |
|
|
|
|
|
IEE |
|
|
|
|
|
|
.√. |
|
|
IMOB |
|
|
.√. |
.√. |
|
|
|
|
|
ITEL |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
IFNC |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Empresa ► |
Even |
Eztec |
Gafisa |
Helbor |
Inpar |
JHSF |
João
Fortes |
Lopes |
|
Dados▼ |
EVEN3 |
EZTC3 |
GFSA3 |
HBOR3 |
INPR3 |
JHSF3 |
JFEN3 |
LPSB3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
NM |
NM |
NM |
NM |
NM |
NM |
- |
NM |
|
PL 2tr09
R$ MM |
823,04 |
866,19
|
1.717,25
|
391,14
|
757,64
|
875,49 |
171,18
|
13,97
|
|
PL 2tr10
R$ MM |
1.303,16 |
1.015,45
|
3.545,41
|
647,24 |
1.072,33
|
960,24 |
316,90
|
51,65 |
|
LL 2tr09
R$ MM |
20,63 |
38,32
|
57,77
|
15,47
|
(5,48) |
5,52 |
2,19 |
10,03 |
|
LL 2tr10
R$ MM |
60,03 |
56,43
|
97,27
|
43,14
|
14,38
|
19,53 |
69,93 |
23,19 |
|
Variacao
LL
2T10(%) |
190,98
|
47,23
|
68,38
|
178,89
|
(362,34) |
253,48 |
3.090,33 |
131,33 |
|
ROE
2T10(%) |
4,60 |
5,57
|
2,74
|
6,66
|
1,34
|
2,03 |
22,06 |
44,89 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Ibovespa |
|
|
.√. |
|
|
|
|
|
|
IBRX-50 |
|
|
.√. |
|
|
|
|
|
|
IBRX |
|
|
.√. |
|
|
.√. |
|
|
|
IGC |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
.√. |
|
Itag |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
.√. |
.√. |
|
ISE |
.√. |
|
|
|
|
. |
|
|
|
IVBX2 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
MLCX |
. |
|
|
|
|
|
|
|
|
SMLL |
.√. |
.√. |
.√. |
|
|
.√. |
.√. |
|
|
ICON |
|
|
|
|
|
. |
|
|
|
INDX |
|
|
.√. |
|
|
|
|
|
|
IEE |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
IMOB |
.√. |
.√. |
.√. |
|
|
.√. |
|
|
|
ITEL |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
IFNC |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Empresa ► |
MRV |
PDG |
Rodobens |
Rossi |
Sergen |
Tecnisa |
Trisul |
|
Dados▼ |
MRVE3 |
PDGR3 |
RDNI3 |
RSID3 |
SGEN4 |
TCSA3 |
TRIS3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
NM |
NM |
NM |
NM |
- |
NM |
NM |
|
PL 2tr09
R$ MM |
2.186,34 |
1.836,66
|
626,49
|
1.318,20
|
104.352,82 |
847,39
|
426,76
|
|
PL 2tr10
R$ MM |
2.663,32 |
5.613,16
|
644,73
|
2.445,75
|
104.151,98 |
962,25
|
509,90 |
|
LL 2tr09
R$ MM |
73,92 |
76,19
|
14,77
|
51,16
|
(0,45) |
30,87 |
8,82 |
|
LL 2tr10
R$ MM |
150,47 |
209,77
|
17,74
|
109,29
|
(0,48) |
40,41 |
16,76 |
|
Variacao
LL
2T10(%) |
103,56
|
175,32
|
20,09
|
113,64
|
5,54 |
30,90 |
89,99 |
|
ROE
2T10(%) |
5,64 |
3,73
|
2,75
|
4,46
|
NE |
4,19 |
3,28 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
|
|
|
|
|
|
|
Ibovespa |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
|
|
|
IBRX-50 |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
|
|
|
IBRX |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
|
|
|
IGC |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
.√. |
|
Itag |
.√. |
.√. |
.√. |
.√. |
|
.√. |
.√. |
|
ISE |
|
|
|
|
|
|
|
|
IVBX2 |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
|
|
|
MLCX |
|
.√. |
|
|
|
|
|
|
SMLL |
.√. |
|
|
.√. |
|
.√. |
|
|
ICON |
|
|
|
|
|
|
|
|
INDX |
.√. |
|
|
.√. |
|
.√. |
|
|
IEE |
|
|
|
|
|
|
|
|
IMOB |
.√. |
.√. |
|
.√. |
|
|
|
|
ITEL |
|
|
|
|
|
|
|
|
IFNC |
|
|
|
|
|
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|
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|
Informações Relevantes:
NE -
Não Existe
Fonte:
Resultados
Consolidados
disponibilizados
na
BM&FBOVESPA
seguindo a
Legislação
Societária. |
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|
|
|
|
|
Empresas |
Pay out
|
Periodicidade |
Tag
Along
ON PN |
Conselheiros
Independentes |
|
Br
Properties |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Brasil
Brokers |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Brookfield |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Camargo
Correa |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Construtora
Adolfo |
- |
- |
Não |
- |
|
CR2 |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Cyrela
Realty |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Direcional |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Even |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Ez Tec |
25% |
Anual
ou
Intermediário |
100% |
Sim |
|
Gafisa |
25% |
Anual
ou
Intermediário |
100% |
Sim |
|
Helbor |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Inpar
S/A |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
JHSF |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
MRV |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Rodobens |
25% |
Trimestral |
100% |
Sim |
|
Rossi |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Sergen |
- |
- |
Não |
- |
|
Tecnisa |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Trisul |
25% |
Anual |
Não |
Sim |
|
|
A Construtora
Adolfo
Lindenberg
não
disposnibiliza
estas
informações
no seu site
de Relações
com
Investidores.
A Sergen
não tem site
e não
disponibiliza
estas
informações
no site da
BM&FBOVESPA. |
|
|
|
Informações Relevantes:
Payout
é o
percentual
pago
do
lucro
líquido
em
forma
de
dividendos
e
juros
sobre
capital.
Conselheiro
Independente,
de
acordo
com o
Instituto
Brasileiro
de
Governança
Corporativa
(IBGC):
O
Conselho
da
organização
deve,
preferencialmente,
ter
maioria
de
conselheiros
independentes.
O
conselheiro
independente
se
caracteriza
por:
Não
ter
qualquer
vínculo
com a
organização,
exceto
eventual
participação
de
capital;
não
ser
acionista
controlador,
membro
do
grupo
de
controle,
cônjuge
ou
parente
até
segundo
grau
destes,
ou
ser
vinculado
a
organizações
relacionadas
ao
acionista
controlador;não
ter
sido
empregado
ou
diretor
da
organização
ou de
alguma
de
suas
subsidiárias;
não
estar
fornecendo
ou
comprando,
direta
ou
indiretamente,
serviços
ou
produtos
à
organização;não
ser
funcionário
ou
diretor
de
entidade
que
esteja
oferecendo
serviços
ou
produtos
à
organização;não
ser
cônjuge
ou
parente
até
segundo
grau
de
algum
diretor
ou
gerente
da
organização;não
receber
outra
remuneração
da
organização
além
dos
honorários
de
conselheiro
(dividendos
oriundos
de
eventual
participação
no
capital
estão
excluídos
desta
restrição)No
Novo
Mercado
é
obrigatório
que
20%
dos
conselheiros
sejam
independentes.
Para
as
empresas
que
não
especificamos
o
direito
ou
não
de
Tag
Along
para
as
ações
preferenciais,
significa
que
elas
têm
somente
uma
classe
de
ação,
a
Ordinária
(ON).
As
informações
citadas
acima
são
determinadas
em
estatuto
e, no
caso
dos
dois
primeiros
itens,
podem
ser
feitos
diferentemente
na
prática.
Os
dados
da
CSN
dizem
respeito
à
prática
da
companhia
nos
últimos
anos.
Fonte:
site
das
companhias
e
BM&FBovespa
(Tag
Along)
|
|
Acesse também
Agenda dos
Resultados
3T10
&
Cotações GC |
|
voltar ao topo |
|
|
Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher
Binkowski
|
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reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em
qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem
autorização escrita do Acionista.com.br |
Atendendo a
instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
Advertência: As informações
econômico financeiras apresentadas no Acionista.com.br são extraídas
de fontes de domínio público, consideradas confiáveis. Entretanto,
estas informações estão sujeitas a imprecisões e erros pelos quais
não nos responsabilizamos.
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empresas aqui publicadas são de responsabilidade única de seus
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seus usuários mais exigentes com uma seleção criteriosa de endereços
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