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Comentário da Semana de 26 a 28 de
dezembro de 2006
Foi curta a última semana do ano mas muito expressiva para os
indicadores da crise que há muito tempo deixou de existir. A crise
política que eclodiu com os graves desmandos políticos em 13 de maio
de 2005 e se arrastou até meados de 2006, foi perdendo fôlego diante
da leniência do legislativo federal e da falta de vontade política do
Governo e dos partidos para punir os responsáveis. A inércia do
executivo e a campanha eleitoral sepultaram a crise no memorial do
esquecimento.
A semana encerra com o Ibovespa atingindo 44.473 pontos, um dos
recordes do ano, registrando expressivo crescimento mensal de 6,06% e
anual de 32,93%. A Bolsa se consagrou em 2006 como a melhor
alternativa de investimentos.
O dolar encerrou a semana com queda de 0,56%. A queda no mês foi de
1,39% e no ano de 8,09%.
O Risco Brasil termina o ano com a menor pontuação da sua história aos
193 pontos, apresentando expressiva queda anual de 36,93% e refletindo
uma consistente imagem externa para investidores estrangeiros.
Depois da posse, das férias do Presidente e da eleição das mesas da
Câmara e do Senado o novo Ministério será definido. Os contribuintes e
os investidores esperam que o executivo e o legislativo comecem a
trabalhar antes do Carnaval para transformar as promessas de campanha
em projetos de desenvolvimento.
O Termômetro de 2006 revelou ao longo do tempo que, felizmente, as
crises políticas de qualquer natureza, não têm mais o poder de alterar
o desempenho econômico promovido pelo mercado e pela iniciativa
privada.
A equipe técnica do Acionista projeta novo termômetro para 2007,
visando oferecer uma ferramenta objetiva de acompanhamento dos
principais indicadores da nossa economia. |
Comentário da Semana de 18 a 22 de
dezembro de 2006
A semana encerra com recorde histórico no Risco Brasil, fechando aos
194 pontos. A variação do Ibovespa e do dolar se mantiveram dentro de
padrões normais. O Ibovespa fechou o pregão de sexta-feira aos 43.355
pontos, acumulando alta de 3,45 no mês e de 29,59% no ano.
O dólar cotado a R$2,148 encerra a semana com queda acumulada no ano
de 7,57%.
O Risco Brasil aos 194 pontos, acumula queda anual da ordem de 36,6%.
O governo vai esperar a chegada de janeiro para definir o perfil do
novo ministério. Enquanto o Presidente e seus colaboradores pensam na
composição política e concluem o pacote de medidas a serem implentadas
no novo mandato, os membros do congresso continuam desenvolvendo suas
execráveis ações. Tentaram dobrar seus vencimentos e manterem intatos
o custoso rol de benefícios financeiros que desfrutam com avidez. A
opinião pública barrou a malfadada tentativa de equiparação da
remuneração dos congressistas com as dos ministros do STJ. A imprensa
ajudou muito aos repercutir a indignação dos contribuintes e da
sociedade. Esperemos que na nova legislatura a moral do congressistas
seja recuperada. |
Comentário da Semana de 11 a 15 de
dezembro de 2006
A semana encerra com recordes históricos nos indicadores do nosso
termômetro. O Ibovespa oscilou na sexta-feira até os 44.263 pontos,
maior pontuação da sua história, fechando o pregão aos 43.595, com
alta de 1,44% na semana, e de 30,31% no ano.
O dólar cotado a R$2,146 encerra a semana com queda acumulada no ano
de 7,66%.
O Risco Brasil fecha a semana aos 201 pontos, batendo seu recorde
histórico e acumulando uma queda anual da ordem de 34,31%.
O cenário externo, liderado pelo comportamento da economia americana,
estimula desempenho positivo das bolsas. A confiança dos investidores
extrangeiros refletido no Risco Brasil assinala para perspectivas de
novos investimentos.
O governo continua discutindo com os líderes dos partidos da sua base
política apoios para o novo mandato. Enquanto isto, essas mesmas
liderançcas agridem a sensibilidade dos contribuintes legislando em
causa própria e atribuindo-se aumentos salariais incompatíveis com a
renda média dos brasileiros. Nunca, em qualquer período da nossa
história política, houve um congresso tão insensível aos anceios da
nação e tão leniente com a corrupção que atingiu expressivo número de
impunes congressistas. |
Comentário da Semana de 04 a 08 de
dezembro de 2006
O Ibovespa encerrou a semana com crescimento da ordem de 4%, tendo
atingido sua pontuação recorde aos 43.157 pontos dia 05.
O dólar cotado a R$2,140 encerra a semana com queda de 1,3%.
O Risco Brasil aos 215 pontos apresenta queda de 4,9% na semana e
acumulada no ano da ordem de 29,7%.
Muita conversa de líderes políticos tem sido mantida para a formação
do novo governo. A coalizão construída sobre troca de favores e
distribuição de cargos tem duração efemera. O sucesso de qualquer
coalizão política repousa sobre um programa consistente de governo que
funciona como catalisador dos interesses de partidos comprometidos com
os anseios da população. Algo difícil de se conseguir. Falta um
projeto consistente de gestão e não existem partidos políticos
comprometidos com os interesses da população. Os interesses que
prevalecem, como sempre, são de grupos políticos que disputam o poder
pelo poder. Os contribuintes e os investidores que fazem o país
crescer continuam trabalhando a espera das definições políticas e
enquanto o governo deixa. |
Comentário da Semana de 27 de
novembro a 01 de dezembro de 2006
O Ibovespa encerrou a semana com o primeiro dia do mês de dezembro em
queda. Na semana a queda foi de 1,03%. O mês de novembro porém, fecha
com alta de 6,8% e acumulada no ano de 25,34%.
O dólar cotado a R$2,168 encerra a semana estável em relação à
anterior. No mês registra alta de 1,03%, acumulando queda expressiva
de 6,8% no ano.
O Risco Brasil aos 226 pontos acumula queda da ordem de 27,12% no ano.
O panorama político se mantém aquecido pelas discussões relativas à
formação do novo governo, especialmente, visando a constituição de uma
maioria sólida no legislativo.
A pretendida coalizão será formada, tudo indica, pela distribuição de
cargos e posições de poder e não pela adoção de um programa
transparente de governo, discutido e negociado com os partidos da
base, testemunhado pela sociedade.
Os investidores e os contribuintes continuam esperando esta definição
do governo eleito.
Enquanto isto, os episódios de corrupção que envergonham o país a
tantos meses dissipam-se nas nuvens do esquecimento e no vácuo da nova
legislatura, confirmando a curta memória dos nossos políticos. |
Comentário da Semana de 21 a 25 de
novembro de 2006
A semana foi de 4 dias face ao feriado de segunda-feira em São Paulo.
O Ibovespa encerrou o último pregão com alta de 1,77% na semana, de
6,35% no mês e de 24,82% no acumulado do ano.
O dólar cotado a R$2,17 apresenta alta de 1,77% na semana. No ano a
queda acumulada é de 6,63%.
O Risco Brasil aos 223 pontos acumula queda da ordem de 27,12% no ano.
O governo discute com partidos aliados a formação da nova equipe de
dirigentes nos diversos escalões da administração pública. Um governo
de coalisão é o grande sonho da presidência. Sonho dificil de realizá-lo
face às correntes persolnalistas que dividem os partidos da base
aliada. São agremiações que se reunem em torno de pessoas e não de
idéias ou filosofias políticas até porque os programas partidários não
diferem muito entre sí. São via de regra, manifestação de propósitos.
Promessas apenas. Na nossa política os programas de partidos se
amoldam aos interesses pessoais dos caciques de cada tribo. Razão pela
qual a fidelidade partidária não pode existir. A apuração das
responsabilidades dos sanguessugas anda no congresso em rítmo de
férias. O mensalão já se perdeu nas brumas do passado. O fim do
mandato dos congressistas parece indicar que as coisas vão ficar como
estão. Os contribuintes devem aguardar a próxima legislatura. |
Comentário da Semana de 13 a 17 de
novembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 41.029 pontos, mantendo a pontuação
média de 41.075 pontos no período. A variação na semana foi de alta de
0,76%, acumulando no mês 4,5%. No ano a alta é de 22,6%.
O dólar cotado a R$2,16 apresnta alta de 0,46% na semana. No ano a
queda acumulada é de 7,06%.
O Risco Brasil aos 219 pontos acumula queda da ordem de 28,43% no ano.
Enquanto o governo prepara os acordos políticos para o novo período de
gestão, o mercado vai trabalhando sem grandes percalsos, aguardando a
próxima reunião do COPOM e de olho no movimento de fusões e
incorporações nacionais e no desempenho das economias mundiais. |
Comentário da Semana de 06 a 10 de
novembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 40.719 pontos depois de atingir 41.334 e
ameaçar a chegada no patamar histórico dos 41.979 do dia 09 de maio do
corrente ano. A leve alta da semana foi de 0,7%. No ano a variação
acumulada é de 21,71%.
O dólar cotado a R$2,151 se manteve relativamente estável, registrando
queda de 7,44% no ano.
O Risco Brasil aos 221 pontos fecha com alta de 4,25% na semana e
queda acumulada no ano de 27,78%.
O ambiente político se mantem em absoluta calma. As várias correntes
discutem a formação do novo governo e a formação de alianças. O
mercado reage mais à impulsos externos do que ao movimento da política
brasileira. Até a definição do novo ministério o mercado tende a se
manter estável esperando que as promessas eleitorais comecem a se
materializar. |
Comentário da Semana de 30 de outubro
a 03 de novembro de 2006
O Ibovespa fecha a primeira semana do mês aos 40.435 pontos com
prenúncio de retorno dos investidores estrangeiros. No ano acumula
alta da ordem de 7,90% no mês.
O dólar cotado a R$2,140 se manteve relativamente estável, variando
0,14% na semana. No ano apresenta queda de 7,92%.
O Risco Brasil aos 212 pontos fecha com queda de 4,93% no mês e de
30,72% no acumulado do ano.
As escaramuças eleitorais e eleitoreiras já são passado. O resultado
das eleições divulgados duas horas depois do encerramento da votação
demonstrou a excelência do processo de apuração e do sistema
desenvolvido pela tecnologia nacional. O TSE e os Tribunais Regionais
estão de parabéns pelo eficiente gerenciamento do pleito, exemplo de
gestão que deve inspirar os Poderes Executivos e Legislativo. Talvez
essa lição possa ser aproveitada na gestão da previdência, do sistema
de saúde e do controle aéreo, todos carentes de boa administração,
moderna e eficiente. Os contribuintes esperam agora que o governo
deixe o mercado trabalhar! |
Comentário da Semana de 23 a 27 de
outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 39.328 pontos depois de quatro pregões
consecutivos em alta. Na semana apresenta uma alta de 1.68% e de 7,90%
no mês.
O dólar cotado a R$2,137 se manteve estável na semana. No mês
apresenta queda de 1,52%.
O Risco Brasil aos 215 pontos fecha com queda de 7,23% no mês e de
29,74% no acumulado do ano. Durante a semana manteve-se em 211 pontos.
A manutençcão pelo FED da taxa de juros americana em 5,25% e o anúncio
da taxa de crescimento do PIB no terceiro trimestre em frustante 1,6%,
pautaram o movimento da BOVESPA no fechamento da semana.
No âmbito interno, o mercado continua descolado dos condeáveis
episódios políticos que marcaram o primeiro mandato. A semana inicia
com a questão eleitoral concluída e revelando outro grande sucesso de
gestão da Justiça Eleitoral. Presidente reeleito, sucessões estaduais
resolvidas e novos legislativos eleitos preparam-se, agora, passadas
as refregas eleitorais, para assumirem seus novos mandatos. Os
brasileiros esperam que o grande espetáculo do crescimento, comece a
ser montado e, finalmente, apresentado à nação. |
Comentário da Semana de 16 a 20 de
outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 38.642 pontos apresentando pequena queda
de 0,54%. No mês acumula alta de 6,02%.
O dólar cotado a R$2,139 se manteve relativamente estável nesta
semana. No mês apresenta queda de 1,43%.
O Risco Brasil aos 211 pontos fecha com a mesma pontuação da semana
anterior, registrando uma queda acumulada no ano de 31,05%.
O ambiente externo influenciado pelos suecessivos recordes do índice
Dow Jones da Bolsa de Nova York, manteve a BOVESPA estável, variando
de 38.642 a 39.919 na semana. O clima político continua influenciado
pelas nuvens do segundo turno. As denúncias de corrupção no Governo
continuam se renovando com novos capítulos que revelam detalhes das
falcatruas já praticadas e novos personagens envolvidos. O eleitor a
cada dia assume maior responsabilidade pois a ele cabe definir o
futuro do país no ato de indicar seu candidato. |
Comentário da Semana de 09 a 13 de
outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em alta de 2,40 %, e no mês de 6,59 % aos
38.850 pontos.
O dólar cotado a R$2,137 registra queda de 1,20 % na semana e de 1,52
% no acumulado do mês.
O Risco Brasil aos 211 pontos fecha a semana com uma das menores
pontuações da sua história, registrando uma queda acumulada no mês da
ordem de 9,05%.
O ambiente externo influenciado pela perspectiva favorável dos
indicadores da economia americana tem estimulado os negócios na
BOVESPA. A nossa economia continua descolada dos problemas políticos
atravessando com relativa tranquilidade o período eleitoral. |
Comentário da Semana de 02 a 06 de
outubro de 2006
O Ibovespa fecha a primeira semana do mês em alta de 4,09%, aos 37.940
pontos.
O dólar cotado a R$2,163 registra pequena queda de 0,32%.
O Risco Brasil, aos 223 pontos fecha a semana em queda da ordem de
3,88%.
Wall Street e o desempenho da economia americana ainda pautam o
comportamento da BOVESPA como a de outras bolsas ao redor do mundo. O
resultado do primeiro turno das eleições não se refletiu nos
indicadores de desempenho do mercado. A temperatura da campanha pelo
segundo turno deve subir alguns graus sem alterar, significativamente,
o clima do mercado que deverá se manter com relativa cautela. A
punição política de vários membros do partido do govêrno mantém a
crise política ainda em evidência podendo recrudecer os ânimos na
oposição. |
Comentário da Semana de 25 a 29 de
setembro de 2006
O Ibovespa encerra o mês aos 36.449, apresentando crescimento mensal
da ordem de 0,60% e anual de 8,95%.
O dólar cotado a R$2,170 registra crescimento no mês de 1,71% e no
ano, queda de 6,63%. A cotação média do do dólar no mês foi de
R$2,169.
O Risco Brasil, aos 232 pontos fecha o mês em alta de 5,45%. No ano
apresenta queda de 6,63%.
Wall Street e o desempenho da economia americana influenciaram o
comportamento da BOVESPA em varias oportunidades durante o mês. O
Mercado aguarda o desenrolar das eleições muito mais calmo do que em
ocasiões anteriores. A nossa economia parece ter se descolado do
cenário político, felizmente. O futuro do país está, mais uma vêz, nas
mãos do eleitor. Caso reflita seriamente sobre o país que deseja e
tenha informação adequada sobre a capacidade dos candidatos, a mão do
eleitor acertará na escolha. O segundo turno será providencial para o
contribuinte, especialmente, definir sua opção com o foco nos projetos
que se espera sejam discutidos nesta breve e decisiva campanha. |
Comentário da Semana de 18 a 22 de
setembro de 2006
O Ibovespa com 34.798 pontos fecha a semana em queda de 3,79%,
acumulando no ano uma alta de 4,01%.
O dólar cotado a R$2,209 encerra a semana com alta de 2,65%. No ano o
dólar acusa uma queda acumulada de 4,95%.
O Risco Brasil, aos 249 pontos fecha a semana com alta de 14,22%. No
ano a queda é de 18,63%.
O cenário externo marcado por golpe na Tailândia com reflexos nos
emergentes asiáticos e enfrentando, ainda, a insegurança quanto ao
crescimento da economia americana e o futuro das suas taxas de juros,
manteve deprimido o desempenho das bolsas ao redor do mundo.
Aqui, além do cenário externo adverso, temos a lamentar o surgimento
de novo e grave escândalo político, protagonizado pelo mesmo elenco
vínculado ao partido do governo. O resultado dos nossos indicadores
não poderiam ser outros. Os agentes do mercado se esforçam para mudar
o rumo da nossa economia. Infelizmente, os políticos também se esmeram
e com sucesso atingem seus objetivos: mais corrupção! |
Comentário da Semana de 11 a 15 de
setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em queda de 1,06%, aos 36.169 pontos,
acumulando no ano uma alta de 8,11%.
O dólar apresentou pequena queda de 0,32% , encerrando o pregão cotado
a R$2,152. No ano o dólar acusa uma queda acumulada de 7,40%.
O Risco Brasil, aos 218 pontos, se mantem estabilizado na semana,
acumulando uma queda significativa de 28,76% no ano.
O panorama político continua empanado pelos episódios de corrupção
protagonizados no executivo e no legislativo nacionais. Episódios que
se renovam a cada semana, incluindo novos personagens. A cidadania
aguarda as próximoas eleições para decidir no voto quem deve ser
responsabilizado por tantos desmandos praticados com dinheiro público.
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Comentário da Semana de 04 a 08 de
setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em queda de 2,07% e com movimento reduzido
em função do feirado da Independência, aos 36.558 pontos.
O dólar apresentou pequena alta de 0,94%, encerrando o pregão cotado a
R$2,159. No ano o dólar acusa uma queda acumulada de 7,10%.
O Risco Brasil, aos 221 pontos, se mantem estabilizado na semana,
acumulando uma queda significativa de 27,7% no ano.
A situação política se mantem inalterada, espoucando aqui e ali novos
casos de desmandos éticos na esfera federal. Não bastasse os tristes
episódios que atingem a credibilidade e honorabilidade do Congresso e
do executivo, surge, agora, a denúncia de mau emprego de verbas de
publicidade promovida pelo Tribunal de Contas da União. Nada mais
surpreende a opinião pública que em estado catatônico não assimila
tanta tragédia moral e ética. |
Comentário da Semana de 28 de agosto
a 01 de setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em alta de 3,82%, aos 37.329 pontos,
acompanhando a tendência das bolsas americanas que reagem
positivamente, alinhadas a alguns indicadores favoráveis da economia.
No ano o Ibovespa acumula alta de 11,52%.
O dólar registrou pequena queda de 0,83% na semana, fechando a R$
2,139. No ano o dólar apresenta uma queda acumulada de 7,96%.
O Risco Brasil fecha a semana com queda de 3,06%, acumulando no ano
uma variação negativa da ordem de 27,45%.
A situação política permanece inalterada. O processo dos sanguessugas
a cada dia incorpora novos protagonistas. Cresce o número de
parlamentares e de executivos da área publica envolvidos na vergonhosa
roubalheira das verbas da saúde. A sociedade a tudo assiste revoltada
e impotente. Os principais candidatos às eleições para presidência
fazem veladas manifestações sobre este assunto com total falta de
indignação. Os eleitores parecem não se concientizar do poder que
detêm. A nação parece anestesiada com tantos escândalos. |
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Comentário da Semana de 21 a 25 de
agosto de 2006
Os mercados ao longo da semana se
mantiveram atentos aos números de habitação divulgados nos EUA , que
poderia identificar uma desaceleração da econômia na América. Apesar
desses números virem mais fracos, não podemos afirmar que a economia
americana está se desacelerando . Os emergentes estão preocupados,
pois são esses os primeiros a sofrer, mas no tocante ao Brasil
estamos com os fundamentos adequados para uma primeira tempestade,
caso houver. O IBovespa esteve ao longo da semana em queda,
perdendo ao redor de 3,35% e fechando a semana em 35.957 pontos. O
dólar se manteve estável, não flutuando mais que 1% na semana,
fechando em 2,1570. Para o Risco Brasil, este muito influenciado
pela volatilidades dos países emergentes, ao longo da semana tendo
uma alta de 5,99%, fechando em 230 pontos. O quadro político
continua nebuloso, pois as notícias vindas de Brasília se mantém
negativas no que diz respeito as CPI'S. Esperamos que as pizzas
futuras queimem! |
Comentário da Semana de 14 a 18 de
agosto de 2006
As bolsas ao redor do mundo pautam seu comportamento pelo da economia
americana. A incerteza em relação a evolução das taxas de juros
norte-americana mantém os mercados em alerta. O Ibovespa apresentou
alta de 1,64% na semana.
O dólar registrou pequena variação durante a semana fechando a R$
2,147, com pequena queda de 0,88%.
O Risco Brasil mais, uma vez, depois de chegar à sua menor pontuação
aos 205 pontos, fecha a semana aos 216.
A situação política permanece inalterada. O processo de corrupção
avança lentamente envolvendo a cada semana novos personagens da cena
política. O mercado, felizmente, assiste indiferente o desenrolar
desta ópera triste e vergonhosa que enrubece a nação. |
Comentário da Semana de 07 a 11 de
agosto de 2006
O desempenho da economia americana continua pautando os noosos
indicadores, especialmente o Ibovespa. Não bastou a decisão do FED de
manter a taxa de juros americana em 5,25%. A pressão inflacionária
decorrente dos conflitos no Oriente Médio e a tendência do preço do
petróleo deixam o mercado muito pessimista, indicando possível
alteração na política de juros. A Nyse e Nasdaq em queda contaminaram
o desempenho dos mercados mundiais.
O Ibovespa fechou a semana em queda de 1,17%, acumulando alta de
10,43% no ano, aos 36.944 pontos.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,166, com queda de 0,41% e no
acumulado do ano, de 6,48%.
O risco Brasil registrou sua menor pontuação histórica nesta semana
aos 205 pontos, fechado em 208, com queda anual de 32%.
A crise política deixou de existir para o mercado, transformado-se em
pano de fundo do cenário ético do país. A cada semana os casos de
corrupção já de conhecimento público agregam novos episódios.
Infelizmente, novos casos são divulgados a cada dia pela operosa
Polícia Federal, envolvendo políticos, gestores públicos e agora, até
autoridades militares. Aumenta a lista de casos de corrupção que tanto
envergonha o país. A esperança repousa cada vez mais no voto
consciente do eleitor em outubro. |
Comentário da Semana de 31 de julho a
4 de agosto de 2006
O desempenho da economia americana pautou nesta semana, como de
costume, o comportamento da bolsa de valores. A desaceleração
econômica indicada pelos índices que medem o desempenho do mercado de
trabalho americano apontam para a redução do aperto monetário e a
estabilização da taxas de juros. A evolução do preço do petróleo,
entretanto, permanece como variável crítica em função da evolução do
conflito no Oriente Médio.
O Ibovespa fechou a primeira semana do mês em alta de 1,24 %, aos
37.847 pontos.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,183, com alta de 0,37 no mês e
queda de 6,07% no ano.
O risco Brasil se mantém estável no patamar dos 220 pontos.
A crise política transformou-se, na verdade, em uma crise sem
precendente na histórica política do país, de falta de ética dos
titulares de cargos públicos em todos os poderes. É, definitivamente,
uma crise de carência de vergonha do homem público. O novo escândalo
de Rondonia junta-se, agora, aos episódios nefastos do mensalão e dos
sanguessugas. A solução está, mais uma vez, com o eleitor. Pense antes
de votar. |
Comentário da Semana de 24 a 28 de
julho de 2006
A escalada dos juros americanos parece estar no fim. A divulgação da
taxa de crescimento do PIB no segundo trimestre de 2,5%, inferior aos
5,6% do trimestre anterior, abaixo também das previsões dos analistas
de 3% a 3,5%, revela que a economia está em desaceleração e que os
juros tendem a se estabilizar, dirigindo-se à rota de queda. As bolsas
voltaram a subir de olho, ainda, na evolução das operações militares
no Oriente Médio e no comportamento do preço do petróleo.
O Ibovespa atingiu sua maior pontuação desde 2 de junho fechando a
semana em 37.381 pontos, com alta de 2,05% no mês e de 11,27% no ano.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,175, com alta de 0,41% no mês e
queda de 6,41% no ano. As medidas cambiais anunciadas esta semana pelo
Governo não devem repercurtir a curto prazo, segundo manifestação de
analistas do mercado.
O risco Brasil caiu para 220 pontos, voltando às menores pontuações do
ano.
A crise de seriedade que atinge o Congresso Nacional continua
evoluindo com o anúncio oficial, a cada dia, de novos integrantes da
longa e vergonhosa lista de corruptos sanguessugas. A CPI e o
Judiciário não terão tempo para limpar o congresso antes das eleições
logo, cabe ao eleitor fazê-lo pelo voto em 3 de outubro. Espera-se que
cada um cumpra com seu dever. |
Comentário da Semana de 17 a 21 de
julho de 2006
As controversas manifestações do Presidente do FED sobre as
perspectivas da economia americana, o recrudescimento da crise do
Oriente Médio e o comportamento dos preços do petróleo têm provocado
grandes flutuações nas bolsas dos EE.UU., contaminando o desempenho do
mercado de capitais ao redor do mundo.
O Ibovespa apresentou pequena alta na semana de 0,46% aos 35.510
pontos. No acumulado do ano a alta é de 6,14%.
O dólar fechou a semana relativamente estável , cotado a R$ 2.2,01%.
No ano a moeda americana apresenta queda da ordem de 5,29%.
O risco Brasil caiu para 234 pontos, apresentando queda anual de
23,53%.
O legislativo federal continua em grave crise de credibilidade com a
divulgação pela imprensa do nome de mais de cem parlamentares
envolvidos no escândalo das ambulâncias. A crise, definitivamente, é
de vergonha. Só pode ser resolvida pelos eleitores em 3 de outubro.
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Comentário da Semana de 07 a 14 de
julho de 2006
A crise do Oriente Médio provocou nova escalada nos preços do petróleo
que atingiu ontem, US$ 78 em Nova York. Os indicadores de vendas no
varejo e o índice de confiança do consumidor norte-americano tiveram
desempenho considerados negativos em relação aos números esperados. Os
índices da NYSE e da NASDAQ despencaram contaminando as bolsas ao
redor do mundo.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 2,28 %, aos 35.349 pontos. No
acumulado do ano a alta é de 5,66%.
O dólar fechou a semana com com alta de 1,37%. No ano a moeda
americana apresenta queda da ordem de 4,78%.
O risco Brasil chegou a 252 pontos, apresentando queda anual de
17,76%.
O clima político se mantem inalterado aguardando o início da campanha
eleitoral. |
Comentário da Semana de 03 a 07 de
julho de 2006
A primeira semana de julho encerra com nossos indicadores ainda
influenciados pelo comportamento da economia americana e ao
comportamento dos custos do petróleo que afetou as bolsas mundiais.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 1,44%, aos 36.101 pontos. No
acumulado do ano a alta é de 4,47%.
O dólar fechou a semana com com pequena alta de 0,78%. No ano a moeda
americana apresenta queda da ordem de 6,07%.
O risco Brasil chegou a 243 pontos, apresentando expressiva queda
anual de 20,6%.
A situação política continua andando em terreno difuso encontrando
pela frente um ambiente eleitoral em franco desenvolvimento e que
promete grandes confrontos. Diariamente surgem novos caso de corrupção
revelados pela imprensa. Mais de 130 candidatos ao Congresso Nacional,
omisiados em quase todos os partidos, são apontados como indiciados em
denúncias acolhidas pelo judiciário. O desempenho da economia ainda
imune a estes episódios, não é afetado por ora. |
Comentário da Semana de 26 a 30 de
junho de 2006
Os indicadores de desempenho da economia americana apontam para uma
estabilidade na taxa de juros e de inflação, acalmando os mercados ao
redor do mundo.
O Ibovespa fechou a semana com alta de 5,77% a 36.630 pontos,
recuperando a posição do mês em 0,27%. No ano a alta é da ordem de
9,49%.
O dólar fechou a semana com queda de 6,80 %, cotado a R$ 2,166.
O risco Brasil chegou a 240 pontos, apresentando expressiva queda
anual de 21,57%.
A situação política ainda conturbada pela corrupção e leniência do
Congresso não afeta o comportamento do mercado, mais sugeito às
intempéries do clima econômico externo. Esperemos que o clima
eleitoral que se avizinha tambem não interfira. |
Comentário da Semana de 19 a 23 de
junho de 2006
A evolução dos indicadores de desempenho da economia americana ainda
provocam polêmica interna e ditam o comportamento das bolsas ao redor
do mundo.
O Ibovespa fechou a semana em 34,546 pontos, registrando pequena
recuperação de 0,76% no período e de 3,6% no ano.
O dólar manteve-se relativamente estável, fechado a semana cotado a
R$2,231.
O risco Brasil flutuou ao redor do patamar dos 257 pontos.
A composição da nova CPI para apurar o triste episódio dos
"sanguessugas" da início à novos capítulos da grande novela da
corruoção brasileira. Aguardemos novos lances de desmandos no
executivo e legislativo federais. Já é rotina, parece. |
Comentário da Semana de 12 a 16 de
junho de 2006
As notícias e as análises sobre o desempenho da economia americana,
divulgadas quinta-feira foram responsáveis pelo início da recuperação
das bolsas ao redor do mundo. As perspectivas melhoraram segundo o
próprio FED que entende que a inflação ainda esta sob controle.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 1,93%, aos 34.398 pontos,
retornando aos patamares de janeiro último. No ano, registra alta de
2,81%.
O dólar apresentou na semana relativa flutuação fechando em torno de
R$2,246.
O risco Brasil depois de vários dias em alta voltou aos 253 pontos no
fechamento do pregão, apresentando uma queda no ano de 17,42%.
A rotina nos meios políticos do país continua a mesma. Anuncio de de
criação de outra CPI com o objetivo de investigar novos episódios de
corrupção de parlamentares federais e estaduais com verbas da saúde,
não chega a ameçar o rítimo do mercado. |
Comentário da Semana de 02 a 09 de
junho de 2006
A economia americana e as manifestações do presidente do FED - Federal
Reserve - ao mercado têm alterado o humor das bolsas ao redor do mundo.
No Brasil, suas declarações sobre inflação e juros provocaram sensível
queda nas cotações do Ibovespa e expressivos retornos dos capitais
estrangeiros aqui aplicados. Com sucessivas quedas o Ibovespa fechou a
semana com perda de 7,6%, aos 35.074 pontos, retornando aos patamares
de janeiro último. No ano, registra alta de 4,84%.
O dólar apresentou na semana relativa flutuação em torno da média de
R$2,55.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana
em 257 pontos, registrando queda de 16,5% no ano.
O comportamento do executivo e do legislativo pode ser avaliado pelos
deprimentes acontecimentos registrados em Brasília. Uma súcia de
renegados, financaciada com dinheiro do espoliado contribuinte, invade
e depreda instalações da Câmara Federal, revelando ao país, ao vivo e
acores, um deprimente espetáculo de ausência de autoridade. |
Comentário da Semana de 29 de maio a
02 de junho de 2006
A inflação americana e as expectativas em relação ao comportamento dos
juros têm influenciado, negativamente, o desempenho das bolsas ao
redor do mundo. Os paises em desenvolvimento são os mais afetados. O
Brasil passou pelas tubulências na bôlsa sem tumultos maiores nos
indicadores econômicos.
Ainda com relativa volatilidade a Bovespa encerra a semana com queda
de 1,75% e com crescimento anual de !3,41%.
O dólar apresentou na semana expressiva flutuação mas com tendênca de
se estabilizar. Fecha a semana com alta de 1,47% e com queda acumulada
no ano de 2,02%.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana
em 274 pontos, registrando queda de 10,5% no ano.
O processo eleitoral já iniciou, extraoficalmente. Os políticos
parecem ter esquecido a corrupção endêmica que assola o país. Os
partidos governistas sublimaram os escândalos e a oposição, preocupada
com as pesquisas eleitorais, não repercutem os sussuros das ruas e dos
contribuintes que se envergonham com o desempenho dos congressistas. A
esperança está na próximo pleito. |
Comentário da Semana de 19 a 24 de
maio de 2006
A análise dos indicadores de desempenho da economia americana e as
projeções sobre a sua evolução levaram nervosismo ao mercado de
capitais do mundo todo.
A semana foi de grande volatilidade na Bovespa que não ficou
indiferente ao comportamento das bolsas dos países em desenvolvimento.
O Ibovespa depois de grandes quedas recuperou-se na sexta-feira,
fechando em 38.629 pontos com alta de 2,38% no período, queda de 4,3 %
no mês e alta acumulada no ano de 15,47%.
O dólar depois de expressivas altas recuou na sexta -feira, fechando
em R$2,244. Na semana apresentou alta de 1,54% e no mês, de 7,47%,
acumulando no ano queda de 3,44%.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana
em 267 pontos, registrando queda de 12,7% no ano.
A corrupção na área pública não apresenta tendência de queda. Os
corruptos continuam sendo abasolvidos pela maioria dos congressistas
abrigados sob o manto da impunidade e da carência de eficácias da
legislação brasileira. O mercado espera que em outubro o voto da
cidadania consciente corrija as deformações éticas da maioria dos
parlamentares federais. |
Comentário da Semana de 15 a 19 de
maio de 2006
A evolução da inflação americana tem repercutido negativamente nas
principais bolsas mundiais. O índice de preços ao consumidor,
divulgado durante a semana, acusou uma alta de 0,6%, superior às
previsões do mercado (0,5%) espalhando pelo mundo temores de que a
taxa de juros nos EE.UU continue também em alta. Estas espectativas
aliadas ao preço ascendente do petróleo são os principais combustíveis
que fazem arder as maiores economias do planeta.
O Ibovespa registra queda de 3,9% na semana e de 6,5% no mês. O
acumulado do ano revela alta de 12,8% depois de ter atingido 25,5% dia
09 do corrente quando os pontos atingiram 41.979.
O dólar se mantêm em tragetória ascendente para regosijo dos
exportadores. Fecha a semana com alta de 1,10% e de 5,9% no mês.
Acumula no ano, entretanto, queda de 4,9%.
O risco Brasil acusou alta de 4,8% na semana e de queda de 14,4% no
acumulado do ano, refletindo as oscilações do mercado americano e sua
repercussão na nossa economia.
A crise de seriedade na política brasileira continua grave. O
congresso por seus representantes segue protagonizando episódios
nefastos para a imagem do país, afetando sensívelmente a autoestima do
cidadão honesto, espoliado contribuinte brasileiro, que sustenta a
súcia que se apoderou da cena política. |
Comentário da Semana de 08 a 12 de
maio de 2006
A semana encerrou com o Ibovespa em queda de 2,91%, acumulando no ano
um crescimento de 20,19. O dólar apresentou alta de 4,33% na semana e
queda de 7,7% no ano. O risco Brasil fecha a semana em alta de 8,33%.
Tais desempenhos são pautados pelo comportamento da inflação americana
que levou o FED a elevar sua taxa básica de juros para 5%, ameaçando
os investimentos estrangeiros em países em desenvolvimento. As bolsas
dos principais países da europa também registraram desempenho negativo.
No plano político continuam as revelações de novos casos de corrupção
em diversas instâncias do governo. As revistas semanais destacam
graves denúncias contra conhecidas figuras políticas. Aparentemente
estes imbróglios não afetam o comportamento da economia. O mercado tem
se mantido alheio às confusões do setor público. |
Comentário da Semana de 02 a 05 de
maio de 2006
Semana de 02 a 05 de maio de 2006
O começo do mês de Maio/06 mantêm boas expectativas para a bolsa de
valores, rompendo os níveis de 41.000 pontos. O dólar por sua vez
continua sem força tendo um desempenho negativo e se aproximando de um
patamar preocupante de R$ 2,00.
O risco Brasil não tem se alterado mantendo-se em um viés de 214 a 220
pontos.
No cenário político tivemos mais uma vez uma manifestação forte e
importante de um colaborador do partido dos trabalhadores no final da
semana. A entrevista de Silvio Pereira para o Jornal o Globo é
bastante forte e pode trazer algum desconforto ao Governo Federal.
Mais um teste para a blindagem do mercado. |
Comentário da Semana de 24 a 28 de
abril de 2006.
O Ibovespa encerra o abril com excepcional desempenho acumulando
crescimento de 6,37% no mês e 20,65 no ano, além de bater novo recorde
histórico superando os 40 mil pontos no período.
O dolar fechou no último pregão do mês com a menor taxa desde 2001:
2,088, acumulando uma queda de 3,56 no período e de 10,15% no ano.
O Risco Brasil fechou o mês aos 216 pontos, um a menos da sua menor
pontuação histórica de 215.
A crise política continua a revelar esquelos nos ármários dos
políticos. A cada fim de semana as revistas revelam novos capítulos
desta execrável novela que desnuda para o país as mazelas produzidas
pelas ações do políticos em todos os níveis. |
Comentário da Semana de 17 a 20 de
abril de 2006.
Outra semana curta com o feriado de Tiradentes, encerra com
excepcional desempenho do Ibovespa, que fechando a 39.774, recupera
4,44% no período, 4,82% no mês e 18,89% no ano, além de bater novo
recorde histórico superando os 40 mil pontos no pregão da última
quarta feira.
O dolar se manteve sem grande flutuação no período, fechando em R$
2,121 com queda de 0,84% na semana e 2,03% no mês.
O Risco Brasil fechou a semana em 228 pontos, com pequena queda na
semana e mantendo-se próximos à media dos 231 pontos.
O desempenho dos políticos continua em baixa. Novos atos de corrupção
são divulgados pela imprensa semanal enquanto o Congresso continua
anistiando seus membros acusados pelas próprias CPIs e pelo Ministério
Público Federal como corruptos. |
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Comentário da Semana
de 10 a 13 de abril de 2006.
Os feriados da Semana Santa encurtaram o período de negócios no
mercado de capitais. A semana encerra com o Ibovespa em queda de
2,17%, fechando a 38082 pontos.
O dolar registrou relativa flutuação, fechando em R$ 2,139, com queda
de 0,56% na semana e 1,20% no mês.
O Risco Brasil fechou a semana em 237 pontos, com pequena queda na
semana e mantendo-se próximos à media dos 235 pontos.
O ambiente político continua registrando episódios negativos como o do
indiciamento pelo Ministério Público Federal de 40 pessoas envolvidas
nos nefastos episódios de corrupção, entre elas, importantes estrelas
cadentes da fulgurante constelação política vinculada ao governo. |
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Comentário da Semana
de 03 a 07 de abril de 2006.
O Ibovespa na primeira semana de abril fecha o pregão a 38.926 pontos
depois de bater um novo recorde anual quando chegou a 39.285 pontos.
O dolar manteve-se com leves oscilações, fechando a 2,150, com queda
de 0,69% na semana e 7,49% no ano.
O Risco Brasil fechou a semana em 240 pontos, com alta de 2,13% no mês.
O mercado tem reagido bem aos imbróglios políticos. A absolvição dos
parlamentares corruptos e a conseqüente sensação de impunidade e
desilução de parcela expressiva dos cidadãos não tem se refletido no
comportamento do mercado. |
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Comentário da
Semana de 27 a 31 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha o último pregão de março com queda no mês de (1,72)%,
acumulando no ano um crescimento da ordem de 13,42%. O mercado se
manteve cauteloso diante da crise política que abateu em pleno vôo a
mais cintilante estrela do govêrno Lula. Os desmandos éticos da cúpula
do poder não está sendo capaz de alterar o rumo da economia e o
mercado assinala descolamento de mais uma crise política.
O dolar apresentou pequena alta de 0,51% na semana, acumulando alta de
1,22% no mes de março. A queda acumulada do ano é da ordem de 6,84%.
O Risco Brasil se manteve ao redor dos 230 pontos, apresentando uma
leve alta de 6,35% no mês e acumulando um queda de (23,20)% no ano.
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Comentário da Semana
de 20 a 24 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana em queda de (1,24%) e acumula no mês uma
perda de (2,68%). No ano, entratanto, a alta é da ordem de 12,32 %. O
mercado se mantém cauteloso frente às graves denúncias que rondam as
altas esferas do executivo federal. A próxima semana será crítica para
a presidência.
O dolar se manteve com pequenas variações ao redor da média da semana
que foi de R$ 2,139.
O Risco Brasil se manteve ao redor dos 230 pontos.
A crise política se agrava com os novos episódios promovidos pela
banda corrupta do governo e pela vergonhosa anistia dos mensaleiros
promovida pelos deputados. |
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Comentário da Semana
de 03 a 17 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana em alta de 3,14%, recuperando boa parte da
perda da semana anterior. No mês acumula queda de 1,45%. No ano,
entratanto, a alta é da ordem de 113,73%. A semana foi bastante
influenciada pelo comportamento da economia americana. O pregão de
sexta revelou um movimento cauteloso decorrente de novas notícias
comprometoras a respeito do Ministro Palocci.
O dolar bate novo recorde dia 16 quando atingiu suma mais baixa
cotação a R$ 2,110, fechando a semana em 2,126 com tendência de se
manter nesse patamar.
O Risco Brasil variou manteve uma média de pontos de 225 na semana.
A crise política se arrasta com abasolvições e cassações de
congressistas e dirigentes partidários. A ótica do mercado não se
confunde com a ética política. |
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Comentário da
Semana de 06 a 10 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana com queda de 5,99%, acumulando no mês uma
perda de 4,48%. No ano, entratanto, a alta é da ordem de 10,3%. A
semana foi de alta volatilidade refletindo o comportamento da economia
dos principais países e em especial o comportamento dos juros no
mercado americano.
O dolar recuperou 1,28% das perdas acumuladas do ano, hoje de 7,96%.
O Risco Brasil variou entre 218 e 236, acumulando uma queda da ordem
de 22,8% no ano.
A crise política se agrava com a lenidade da Câmara ao absolver dois
deputados condenados pela Comissão de Ética, contrariando,
frontalmente, as espectativas da sociedade. A cidadania se desilude
com o clima de pizza que envolve o congresso. A economia continua sem
ser afetada pelos embróglios políticos. |
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Comentário da
Semana de 01 a 03 de mar de 2006.
O feriado do Carnaval encurtou a primeira semana de março que
apresentou mais um recorde do Ibovespa, o 15º do ano, fechando o
pregão de sexta-feira aos 39.239 pontos. A redução no rítmo dos
investimentos externos foi compensada pela espectativa do mercado em
nova queda expressiva da taxa de juros na reunião do COPOM na semana
que se inicia.
O dólar fechou a semana em R$ 2,112 mantendo em descendência a curva
de cotação mesmo com a atuação do BACEN.
O Risco Brasil se mantém estável aos 219 pontos.
O ambiente político atravessa sem turbulências uma passarela nebulosa
ainda impreganada da letargia do improdutivo recesso e dos fluídos do
carnaval. |
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Comentário da Semana
de 20 fev a 24 fev de 2006.
No último dia da semana e de um mês mais curto em razão do Carnaval, o
IBOVESPA registra seu 13º recorde histórico no ano, fechando em 38.610
pontos e proporcionando um ganho anual da ordem de 15,41%.
O dólar fechou a semana e o mês em R$ 2,139 revelando uma persistente
tendência de queda e registrando uma perda mensal de 3,43% e anual de
7,96%. O contínuo ingresso de recursos externos vem derrubando a
cotação da moeda e complicando ao desempenho do setor exportdor. A
isenção de tributação nos investimentos estrangeiros tende a manter a
curva descentendete da cotação do US$.
O Risco Brasil se manteve relativamente estável fechando a semana aos
221 pontos e rfev elando leve tendência de queda. |
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Comentário da
Semana de 13 fev a 17 fev de 2006.
O Ibovespa cresceu 3,91% nesta semana fechando-a com o acumulado do
mês positivo e com alta de 14,84% acumulada no ano aos 38.421 pontos.
O dólar fechou a semana em R$ 2,125 com persistente tendência de
baixa, apresentando pequena flutuação neste período. A decisão de
isentar a tributação dos investimentos estrangeiros em títulos
públicos e no lançaamento de ações e o comportamento aquecido das
exportções indicam que o dólar deve se manter aubda em queda conforme
estimam os anlistas de mercado.
O Risco Brasil se manteve estável fechando a semana aos 229 pontos.
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Comentário da
Semana de 06 fev a 10 fev de 2006.
O Ibovespa depois de registrar uma pontuação média da ordem dos 38
mil pontos na semana anterior, nesta, manteve-se em relativa queda
fechando sexta-feira em 36.975, com média semanal na casa dos 36 mil
pontos. O dólar fechou a semana em R$2,165 depois de atingir R$2,150
durante o pregão de sexta-feira, uma das mais baixas cotações dos
últimos tempos. O dolar apresenta queda de 1,95% na semana, de 2,26 no
mês e de 6,84% no ano. O anúncio de compra de US$ 20 bilhões em
títulos da dívida externa pelo Tesouro Nacional além de provocar a
oscilação da moeda, derrubou, também, o Risco Brasil que atingiu sua
menor pontuação desde sua criação:224 pontos. |
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Comentário da
Semana de 30 jan a 03 fev de 2006.
O Ibovespa registra novo recorde de 38.484 pontos no primeiro dia
de fevereiro o que não impediu de fechar a semana com queda de 1,48 %.
No més acumula queda de 2,89% e no ano um ganho de expressivos 11,41%.
O dólar fecha a semana em queda sendo cotado a R$ 2,208. O Risco
Brasil atinge 260 pontos mantendo-se nas menores marcas da sua
história. A classe política e o Congresso, desprezando as demandas da
cidadania, continuam a fermentar a pizza da crise esperando levá-la ao
forno impunemente. |
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Comentário da
Semana 23 a 27 de janeiro de 2006.
Semana atípica com quatro dias úteis. O mercado continua alheio à
crise política e registrando recordes nos indicadores. O Ibovespa
rompeu a casa dos 36 mil pontos, ultrapassou os 37 mil dia 26,
atingindo 38.014. O Risco Brasil no mesmo dia chegou aos 263 pontos a
menor marca da sua história. O dólar, por sua vez, encerrou esta
semana com a menor cotação do mês. No cenário político, o reinicio dos
trabalhos do Congresso movimentou as CPIs e o Conselho de Ética. Os
políticos corruptos voltam à cena depois de um recesso remunerado que
os deixou à margem da opinião pública. A opinião pública em breve vai
ficar sabendo se a pizza que se prepara nos bastidores da política
será ou não assada no forno da impunidade. |
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Comentário da
Semana 16 a 20 de janeiro de 2006.
Foi uma semana de novo recorde do Ibovespa. Dia 18 este índice
atingiu sua maior pontuação até agora, 36.858, fechando a semana em
36.694. O dolar apresentou pequenas flutuações no período fechando em
queda cotado a R$ 2,278 em razão do Banco Central ter reduzido o
volume de contratos nas operações de swap reverso. O Risco Brasil
atinge no fechamento da semana uma de suas menores pontuação. O
Congresso volta a funcionar depois de uma convocação remunerada vazia.
As reuniões das CPIs e do Conselho de Ética retomam os processos de
cassação. O Mercado, alheio às ações políticas, registra bom
desempenho e novos recordes no Ibovespa. |
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Comentário da
Semana 09 a13 de janeiro de 2006.
A euforia e os recordes da primeira semana do ano deram lugar a
uma atitude de otimismo contido dos investidores. A realização de
lucros desestimulou a evolução crescente do Ibovespa que variou entre
35.049 e 35.952 na semana.
O dólar manteve-se variando entre R$ 2,251 a 2,284, fechando a semana
em R$ 2,272. O Risco Brasil permanece abaixo dos 300 pontos refletindo
a percepção positiva do mercado externo na nossa economia. Os
congressitas continuam gozando da convocação extraordinária como se em
férias estivessem e mantendo a crise política em fermentação e sem
afetar a os negócios. |
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Comentário da Semana
02 a 06 de janeiro de 2006.
A primeira semana do ano fechou com o Ibovespa batendo três
históricos recordes de pontuação, atingindo 35.475 pontos no
encerramento do pregão de sexta-feira. O reingresso de recursos
externos para investimentos na Bolsa voltou a depreciar o real. As
tentativas do BACEN para anular a queda não surtiram efeito e o dolar
acabou a semana cotado a R$ 2,282. O Risco Brasil |
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Nota:
A equipe técnica Acionista elegeu em maio de 2005 três indicadores
para monitorar o reflexo da crise política-ética, eclodida no
executivo e no legislativo federais a partir de 13 de maio:
1 - O Ibovespa, índice que mede a evolução dos negócios na Bolsa de
Valores e repercute os reflexos das políticas do governo no mercado de
capitais;
2 - A taxa do dólar cuja evolução reflete a posição da balança
comercial e a confiança do mercado no real; e,
3 - O Risco Brasil, medido pelo índice EMBI+, desenvolvido pelo Banco
JP Morgan e que mede a confiança dos investidores estrangeiros no
nosso mercado e nos títulos do governo.
Atendendo solicitação de usuários continuaremos em 2006 a divulgar
estes indicadores. A divulgação será atualizada às segundas-feiras com
dados da semana anterior e incluirá breves comentários sobre a
repercussão das ações do governo nos referidos indicadores. |
Produção: Equipe Técnica Acionista.com.br
Fonte: BOVESPA, Zero Hora, JPMorgan
Atualizado em 04/01/2007
Advertência: As informações econômico
financeiras apresentadas no Acionista.com.br são extraídas de fontes de
domínio público, consideradas confiáveis. Entretanto, estas informações
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