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A CRISE DO
SUBPRIME |
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O que é a Crise do Subprime e quais os fatores que levaram à crise?
Qual o impacto da crise no Brasil?
Quais players foram os mais afetados?
Quais são as projeções futuras para fim da crise?
Quais são as principais estratégias utilizadas pelas instituições financeiras para
amenizar a crise? |
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O que é a Crise do Subprime e quais os fatores que levaram à crise? |
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A chamada crise do Subprime, ou hipotecas de risco, acontece nos Estados
Unidos desde 2007 e vem se intensificando.
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Nos últimos anos, com a alta dos preços de imóveis nos Estados Unidos e
a alta liquidez no mercado internacional, os bancos e financeiras
norte-americanas começaram a emprestar mais dinheiro para que pessoas
com histórico de crédito considerado ruim comprassem casas. Antes, só
tinham acesso a essas hipotecas, credores com bom histórico de pagamento
de empréstimos e renda comprovada.
►
Além das hipotecas terem risco maior devido ao perfil dos tomadores de
crédito, os bancos também passaram a fazer empréstimos não-tradicionais,
com juros mais baixos nos primeiros anos do contrato e prestações
iniciais só com o pagamento dos juros.
►
Como os empréstimos Subprime, para pessoas com histórico de
inadimplência, embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os
torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de
retornos melhores.
►
Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que
fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro
seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.
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Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título
adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda
de títulos.
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Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele
dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos
títulos
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Todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os Subprime,
o que termina por gerar uma crise de liquidez, ou seja, uma
retração de crédito na economia.
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Após atingir um pico em 2006, os preços dos imóveis, no entanto,
passaram a cair: os juros do Fed, que vinham subindo desde 2004,
encareceram o crédito e afastaram compradores.
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Com isso, a oferta começa a superar a demanda e desde então o que se viu
foi uma espiral descendente no valor dos imóveis.
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Com os juros altos, a inadimplência aumentou e o temor de novos calotes
fez o crédito sofrer uma desaceleração expressiva no país como um todo,
desaquecendo a maior economia do planeta - com menos liquidez (dinheiro
disponível), menos se compra, menos as empresas lucram e menos pessoas
são contratadas.
Fonte:
Folha Online - Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA
(15/09/2008) |
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Qual o impacto da crise no
Brasil? |
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A crise afeta a economia brasileira
pois, com a desorganização das finanças das famílias e com a redução do
crédito disponível nos EUA, provoca uma redução no consumo e conseqüente
recessão no país. Isso faz com que os EUA comprem menos produtos do
Brasil.
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O credit crunch na economia
americana deverá ser sentido na economia brasileira via restrição de
oferta de crédito e encarecimento do mesmo.
►
Além disso, a menor liquidez no
mercado global pode fazer com que os investidores prefiram investir em
papéis de menor risco, como os do Tesouro dos EUA, tirando
dinheiro de mercados como o brasileiro, que têm melhor retorno, mas
maior risco. |
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Quais players foram os
mais afetados?
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Fannie Mae e a Freddie Mac
► No início de setembro, o governo americano
resgatou as duas maiores financiadoras de hipotecas do país, em um
acordo que poderá custar até US$ 200 bilhões aos contribuintes do país.
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As duas empresas possuem quase a metade
dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA.
►
No segundo trimestre, registraram
prejuízos de US$ 2,3 bilhões (Fannie Mae) e de US$ 821 milhões (Freddie
Mac).
Lehman Brothers
►
O governo não
disponibilizou ajuda como a que foi destinada às duas hipotecárias. O
banco previu o prejuízo e anunciou uma reestruturação. Antes disso, o
banco já havia mantido conversas com o KDB (Banco de Desenvolvimento da
Coréia do Sul) em busca de vender uma parte sua, mas a negociação
terminou sem acordo.
►
O Bank of America e o Barclays também
recuaram na proposta de compra do Lehman Brothers, depois que
ficou claro que o governo não iria dar suporte à compra do Banco. Restou
ao Lehman Brothers entregar à Corte de Falências do Distrito Sul
de Nova York um pedido de proteção sob o "Capítulo 11", capítulo da
legislação americana que regulamenta falências e concordatas.
Bear
Stearns
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Era um dos maiores banco de
investimentos dos Estados Unidos quando foi vendido, no início do ano,
ao JPMorgan Chase, em operação coordenada pelo Fed.
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O Bear chegou perto de ir a
falência devido ao seu envolvimento com a crise do crédito imobiliário
de alto risco ("subprime") nos EUA, raiz da crise que afeta a economia
mundial.
Washington Mutual
-
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No que foi considerado a maior falência de
um banco americano, o Washington Mutual foi fechado pela FDIC (o
órgão garantidor de contas bancárias) e a maior parte das suas
operações vendida ao JPMorgan Chase por US$ 1,9 bilhão.
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Com sede em Seattle (Oeste), era o sexto
banco americano em ativos.
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A aquisição criou a maior instituição
americana de depósitos e poupança, com mais de US$ 900 bilhões em
depósitos.
Merril Lynch
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O Bank of America, maior instituição
financeira de varejo dos Estados Unidos, fechou a compra da Merrill
Lynch por cerca US$ 50 bilhões, a crise de crédito vitimou mais uma das
mais antigas empresas financeiras norte-americanas.
►
As ações da Merrill, instituição assolada
por US$ 52,2 bilhões de prejuízos e baixas contáveis em conseqüência de
papéis contaminados pela dívida hipotecária de alto risco (Subprime),
despencaram mais de 80% em relação ao seu patamar máximo, de US$ 97,53,
no início do ano passado.
Wachovia
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Os problemas do Wachovia têm
boa parte de sua origem na aquisição da companhia hipotecária Golden
West Financial em 2006, por cerca de US$ 25 bilhões, quando o
mercado imobiliário ainda estava em um momento de euforia.
HBOS
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O Lloyds TSB Group oficialmente
anunciou o fechamento do acordo para a compra da Halifax Bank Of
Scotland (HBOS), maior financiadora de hipotecas do Reino Unido, por
12,2 bilhões de libras (US$ 22,121 bilhões).
►
Com a fusão, HBOS e Lloyds
terão quase um terço das hipotecas do Reino Unido e um quarto de
todas as contas de poupança.
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Os acionistas da HBOS terão 44%
de participação no grupo resultante da fusão, que continuará a ser
administrado pelo presidente do Lloyds TSB, Victor Blank, e pelo
diretor-executivo da instituição, Eric Daniels.
AIG - American International Group
►
Depois do “furacão” gerado pela
declaração de falência do Lehman Brothers, e pela venda apressada e
com forte desconto da Merril Lynch ao Bank of America, o Setembro de
2008 conseguiu ser pior.
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As bolsas arrancaram dominadas
pelo pessimismo quanto à sobrevivência da American International
Group (AIG), a maior seguradora norte-americana, e foram surgindo
sinais contraditórios sobre a possibilidade de salvação da
companhia.
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A agonia da seguradora foi
agravada com o corte de rating (avaliação do risco) da seguradora
por parte da Standard & Poor’s e da Moody’s.
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Mesmo que a AIG escape à
falência, é mais uma vítima da crise gerada pelo Subprime.
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A seguradora está presente no
leasing (aluguel-venda) de aviões, nos empréstimos imobiliários, ao
consumo e tem uma forte exposição, através da AIG Financial Products
(AIGFP), a produtos de alto risco, Credit Default Swaps (CDS),
instrumentos financeiros que seguram os investidores contra a falta
de cumprimento de um emissor de obrigações.
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No final do ano passado o preço
de cada ação da AIG era de 58 dólares, hoje a cotação da AIG é de
aproximadamente 1,25 dólares. Esta quebra reflete as dificuldades da
empresa e a pressão vendedora sobre os títulos, após o mercado ter
tido conhecimento das graves dificuldades financeiras que passa a
seguradora.
Folha Online: Veja os países e instituições financeiras afetados
diretamente pela crise dos EUA (10/10/2008) |
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Quais são as projeções futuras para fim da crise?
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BNP Paribas
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Podemos esperar uma forte contração na oferta agregada de crédito
mundial.
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O volume de crédito vai se reduzir sensivelmente e os custos
subirão. Isso tem um forte impacto num mundo sedento por crédito
para consumo e investimentos diretos.
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A economia mundial viverá um período de “vacas magras”, com baixo
crescimento. Talvez os BRICs sofram um pouco menos. A China pode
reduzir seu crescimento para algo próximo a 8% e Brasil próximo a 3%
em 2009.
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Se tudo caminhar bem, alguma suave recuperação poderia vir em
2010, mas pouco provável de se atingir o PIB potencial.
Fonte: La Semaine(22/09/2008)
UBS
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Ações: Diante das perspectivas de manutenção da turbulência
no setor financeiro, acreditamos que a maioria das ações de
instituições financeiras permanecerão com alta volatilidade.
Portanto, mantemos a postura defensiva com o desdobramento da
crise.
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Renda fixa: Mantemos a recomendação overweight em títulos de
empresas com grau de investimento, conservando o foco nos
setores menos afetados pela queda do mercado financeiro e pela
desaceleração econômica.
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Economia global: A Ásia e a Europa foram afetadas pelos
últimos acontecimentos. O Banco Popular da China reduziu as
taxas de juros pela primeira vez em seis anos.
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Mercado de câmbio: O USD está sendo puxado ao mesmo tempo em
duas direções: no lado negativo, pelos riscos específicos dos
acontecimentos nos EUA, e no lado positivo, pela maior aversão
ao risco.
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Commodities: A tendência de baixa de
preços continuará. A nosso ver, o ouro provavelmente terá um
desempenho superior.
Fonte: UBS Wealth Management Research (15/09/ 2008)
Citibank
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O PIB de 2009 será menor que o
anteriormente projetado.
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Câmbio:
Para o câmbio é o timing da solução da crise de solvência e
liquidez nos EUA. Se for mais rápido há uma tendência do câmbio
depreciar, mas nada muito forte (fechando 2008 em R$/US$ 1,75 -1,80
e 2009 em R$/US$ 1,85 - 1,90). Cenário mais provável.
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Câmbio:
Caso contrário, o câmbio poderá atingir o patamar de R$/US$ 2,00
ou mais sem a menor dificuldade. Neste cenário, haveria uma impacto
inflacionário mais claro e uma política monetária também mais rígida.
Fonte: CitiBank : Cenário Macroeconômico (23/09/ 2008)
Valor Econômico
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É difícil negar que mesmo diante do
"resgate" do sistema financeiro americano e da estabilização da
turbulência bancária na Europa, assistiremos a uma gigantesca
"desalavancagem" no sistema financeiro mundial. O encolhimento do
crédito reduzirá ainda mais o crescimento mundial, que já vem
caindo.
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Dada a correlação positiva entre as
taxas de crescimento mundial e brasileira, não é difícil concluir
que as taxas brasileiras de crescimento também declinarão. Por quê?
No Brasil a formação bruta de capital fixo é extremamente dependente
das importações, e seu aumento acarreta a elevação nos déficits em
contas correntes.
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Mas o grande encolhimento do
crédito internacional muda as perspectivas de fluxos de capitais e
de comportamento dos preços internacionais de commodities
►
Primeiro, cai o apetite para
investimentos estrangeiros diretos e em ações, que se reduzem, ao
lado da queda de outros fluxos de capitais.
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Segundo, com a queda dos preços
internacionais de commodities o crescimento das exportações deverá
se desacelerar, gerando depreciação do câmbio real, para a qual
contribui também o encolhimento nos ingressos de capitais.
►
A depreciação cambial é bem vinda
para os exportadores, mas encarece as importações de máquinas e
equipamentos que direta e indiretamente entram na formação bruta de
capital fixo, desacelerando o crescimento.
Valor Econômico: Affonso Celso Pastore e Maria Cristina Pinotti
06/10/2008 |
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- Quais são as principais estratégias utilizadas
pelas instituições financeiras para amenizar a crise?
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Fundo Verde
O mercado está agindo de forma irracional, o que vemos é uma mistura de
temor e oportunidade.
Razões Econômicas
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A expectativa de desaceleração de crescimento dos EUA;
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Índices de confiança historicamente baixos;
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A Europa dirige-se rumo a recessão;
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Aumenta o medo de contaminação para os emergentes;
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Não vivemos no Brasil uma crise bancária: os dez principais
bancos brasileiros estão em ótima situação financeira e são
certamente um amparo para a crise bem como a divida/PIB caindo para
39% do PIB.
►
Apesar dos bons fundamentos da economia brasileira, as ações
estão sofrendo forte pressão para baixo, acima da média, porque
temos juros reais elevados, na contra mão do mundo e na hora em que
os estrangeiros têm que vender as ações para fazer caixa, não
encontram comprador, já que o brasileiro se refugia no CDI, enquanto
uma enorme quantidade de agentes econômicos são obrigados a realizar
seus prejuízos vendendo suas ações que têm em carteira não porque
consideram o preço atual justo, mas sim porque tem resgates e
chamadas de margem a serem pagas.
►
É nesta ocasião que nos encontramos que há muitas
oportunidades de compras baratas.
Fonte: Relatório Especial de Gestão
do Fundo Verde: Luis Stuhlberger , setembro 2008
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Links Relacionados:
Editorial Acionista.com.br:A
grave crise financeira nos mercados mundiais |
Indicadores de Mercado 2008 |
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*
Elaborado Gustavo
Albuquerque, administrador formado pela Unisinos, RS. |
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15 de outubro de 2008 |
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|
*Este
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