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A Agência de rating Standard&Poor's (S&P) elevou o Brasil a país Investment Grade. O up grade era muito
esperado, no entanto, veio antes do previsto, tanto pela S&P, como pelo banco de investimentos Merril Lynch, conforme destacado em
publição ao mercado no dia 30 de abril.
Os analistas Pablo Goldberg e Felipe Illanes, que assinam o relatório, observam que, apesar do investment grade ser algo já
considerado natural para o Brasil, é o mais recente fator positivo para a economia. Eles esperam que a obtenção da nota máxima na
concessão de crédito se traduza em um risco menor aos participantes do mercado local. Além disso, o Investment grade do Brasil,
conquistado antes das expectatvias dos investidores, propicia um "rally" bem vindo no mercado, principalmente, relativo a setores da
economia doméstica.
Os analistas reformçam que o Brasil tem a recomendação do banco como "overweight" entre os aíses da América Latina. O que reforça
isso, além do investment grade, é que, na opinião dos dos analistas, o consumo doméstico, as empresas ligadas à
infraestrutura e ao setor financeiro,poderão se beneficiar dos efeitos positivos associados à nota, através do fortalecimento da
moeda e da queda das taxas domésticas. através do fortalecimento da moeda e da queda das taxas domésticas. |