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A
Bolsa,
que
emitiu
1.577
toneladas
de
CO2e
em
2009,
está
adotando
uma
série
de
medidas
para
reduzir
suas
emissões
São
Paulo,
10
de
setembro
de
2010
–
A
BM&FBOVESPA
concluiu
seu
primeiro
Inventário
de
Emissões
de
Gases
de
Efeito
Estufa,
com
base
na
metodologia
do
Programa
Brasileiro
GHG
Protocol.
Os
resultados
apontam
que
a
Bolsa
emitiu,
em
2009,
1.577
toneladas
de
CO2
equivalente,
medida
utilizada
para
padronizar
as
emissões
de
vários
gases
de
efeito
estufa,
considerando
seus
diferentes
potenciais
de
aquecimento
global.
A
quantidade
de
gases
lançados
direta
ou
indiretamente
pela
Bolsa
pode
ser
considerada
baixa
diante
do
total
de
emissões
declaradas
pelas
35
signatárias
do
Programa
Brasileiro
GHG
Protocol.
Em
2009,
estas
companhias
juntas
declararam
que
emitiram
quase
89
milhões
de
toneladas
de
CO2e.
De
acordo
com
a
diretora
de
Sustentabilidade
da
BM&FBOVESPA,
Sonia
Favaretto,
a
Bolsa
almeja
reduzir
ao
máximo
as
suas
emissões
no
próximo
período
e
neutralizar
o
restante
com
intuito
de
se
tornar
carbono
zero
em
2012.
Medidas
para
reduzir
Na
BM&FBOVESPA,
a
principal
fonte
de
emissão
de
GEE
(gases
do
efeito
estufa)
é o
consumo
de
energia
elétrica,
responsável
sozinho
por
28,73%
das
emissões,
o
equivalente
a
453,31
toneladas
de
CO2e.
Diante
disso,
já
está
em
curso
uma
série
de
medidas
de
economia,
dentre
elas:
a
modernização
dos
elevadores
e
do
sistema
de
iluminação,
a
automação
do
sistema
de
ar-condicionado,
um
estudo
para
instalação
de
multimedidores
para
acompanhamento
de
qualidade
de
energia
e o
desligamento
de
microcomputadores
às
19h30.
Esta
última
medida
foi
implantada
em
outubro
de
2008
e
estima-se
que
trouxe
uma
redução
da
ordem
de 44.000
kW/mês
no
consumo
de
energia.
Em
breve
também
todos
os
monitores
modelo
CRT
(tubo)
da
Bolsa
serão
substituídos
por
equipamentos
do
modelo
LCD,
mais
modernos
e
com
menos
consumo
de
energia.
Outras
fontes
importantes
de
emissão
indireta
são
viagens
aéreas,
deslocamento
de
funcionários,
os
serviços
terceirizados
de
logística,
e
uso
de
táxi,
que
juntos
correspondem
a
735,12
toneladas
de
CO2e,
ou
46,59%
do
total
de
emissões.
Esse
montante
tende
a
cair
a
partir
de
várias
iniciativas
que
a
BM&FBOVESPA
irá
adotar,
dentre
elas
a
utilização
de
uma
sala
de
Telepresença
de
última
geração
que
está
sendo
instalada
na
Bolsa.
A
Telepresença,
uma
evolução
às
tecnologias
de
videoconferência,
aprimora
a
qualidade
da
comunicação
remota
e
viabiliza
a
diminuição
no
número
de
viagens
a
trabalho.
Campeões
de
emissão
X
medidas
de
combate
na
BM&FBOVESPA
|
Principais fontes |
Medidas adotadas |
|
Consumo de energia elétrica |
Modernização dos elevadores e do sistema de iluminação; automação do sistema de ar-condicionado; estudo para instalação de multimedidores para acompanhamento de qualidade de energia e desligamento dos equipamentos às 19h30; troca de monitores modelo CRT (tubo) para modelo LCD. |
|
Serviços terceirizados de logística, viagens aéreas, deslocamento de funcionários e uso de taxi |
Instalação de uma sala de telepresença; ampliação de salas de videoconferências; instalação de um bicicletário; programa interno de carona solidária; |
|
Geradores auxiliares, uso de gás natural e gases refrigerantes |
Projeto para modernização do sistema de ar condicionado, com utilização de gás refrigerante ecológico. |
Maioria
utiliza
o
metrô
Uma
pesquisa
interna
no
contexto
do
inventário
perguntou
a
todos
os
funcionários,
estagiários
e
terceiros
da
BM&FBOVESPA:
“Como
você
vem
para
o
trabalho?”.
A
pergunta
foi
respondida
por
961
pessoas,
58%
do
total
de
trabalhadores
da
casa
na
época
da
pesquisa.
A
conclusão
é
de
que
o
transporte
preferido
é o
metrô,
utilizado
por
69%
dos
colaboradores
–
em
metade
das
respostas,
o
metrô
aparece
como
transporte
prioritário,
combinado
secundariamente
com
ônibus
ou
carro.
Somente
13,53%
usam
o
carro
como
meio
de
transporte
prioritário.
Para
incentivar
ainda
mais
seus
funcionários
a
deixar
o
carro
em
casa,
a
Bolsa
irá
instalar
um
bicicletário
na
Rua
Florêncio
de
Abreu
e
adotar
um
Programa
de
Carona
Solidária,
por
meio
de
uma
ferramenta
on-line
na
sua
intranet.
“Com
todas
essas
ações,
sem
dúvida
buscamos
reduzir
o
impacto
das
nossas
atividades
no
meio
ambiente.
Mas
temos
também
o
objetivo
de
atuar
de
forma
educacional,
estimulando
nosso
público
interno
a
repensar
e
mudar
seus
hábitos,
dando
condições
e
infraestrutura
para
isso”,
concluiu
Sonia
Favaretto.
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